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EUA perdem participação no mercado de soja da China para suprimentos da América do Sul em 2025

20 jan 2026, 12:23 - atualizado em 20 jan 2026, 12:23
china soja
(Foto: Reuters/Dan Koeck/Archivo)

A participação dos EUA no mercado de soja na China caiu para 15% em 2025, ante 21% no ano anterior, mostraram dados da Administração Geral de Alfândega da China nesta terça-feira (20), à medida que os embarques ficaram suspensos desde setembro e os compradores passaram a recorrer a fornecedores sul‑americanos

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A participação do Brasil no mercado chinês subiu para 73,6% em 2025, ante 71% em 2024, enquanto a Argentina viu sua fatia saltar para 7%, ante apenas 4% no ano anterior.

Apesar da queda nas exportações da oleaginosa dos EUA, o comércio entre os EUA e a China foi retomado após uma trégua no final de outubro. A China está caminhando para cumprir seu compromisso de comprar 12 milhões de toneladas de soja dos EUA até fevereiro, conforme descrito pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.

No início de dezembro, a Reuters informou que pelo menos seis navios de carga a granel estavam programados para carregar soja nos terminais da Costa do Golfo dos EUA para a China, sendo que um sétimo já estava a caminho.

Um desses navios, o Ocean Harvest, deve chegar ao porto de Zhangjiagang em cerca de uma semana, de acordo com dados de rastreamento de navios da LSEG e da Kpler.

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As importações de soja dos EUA pela China caíram para zero em dezembro, de 4,26 milhões de toneladas no ano anterior, marcando o quarto mês consecutivo de importações nulas, segundo dados da Administração Geral de Alfândega da China.

Os embarques de soja brasileira aumentaram 92,5% em relação ao ano anterior, para 5,66 milhões de toneladas em dezembro, enquanto os da Argentina registraram aumento de 524,7%, para 1,65 milhão de toneladas.

As importações totais de soja da China atingiram um recorde de 111,83 milhões de toneladas em 2025, alta de 6,5% em relação ao ano anterior.

Desse total, 82,32 milhões de toneladas vieram do Brasil, um aumento de 10,3% em relação ao ano anterior, e 7,89 milhões de toneladas da Argentina, alta de 92,4% em relação ao ano anterior.

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As importações dos EUA caíram 24% em relação ao ano anterior, para 16,82 milhões de toneladas, representando apenas 15% do total de importações da China.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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