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EUA: Wall Street se anima com reaproximação EUA-China ignora e retoma rali

05 set 2019, 18:23 - atualizado em 05 set 2019, 18:23
Wall Street
O índice Dow Jones teve alta de 1,41%, a 26.728,15 pontos (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)

Os índices acionários dos Estados Unidos avançaram com força nesta quinta-feira, apoiados em expectativas de redução das tensões comerciais, após EUA e China concordarem em manter negociações de alto nível no mês que vem, enquanto fortes dados econômicos aliviaram temores de desaceleração doméstica.

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O índice Dow Jones teve alta de 1,41%, a 26.728,15 pontos. O S&P 500 subiu 1,30%, para 2.976 pontos. O Nasdaq Composto avançou 1,75%, a 8.116,83 pontos.

O temor de aprofundamento na guerra comercial levou a especulações de que a série de alta de uma década do mercado se aproxima do fim. O S&P recuperou-se fortemente e está agora a menos de 2% da máxima recorde de 26 julho.

China e EUA concordaram em ter negociações no início de outubro em Washington, impulsionando os mercados à medida que investidores apostam em no fim na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, que afetou o crescimento global.

O vaivém na guerra comercial EUA-China, muitas vezes baseado em tuítes e comentários do presidente norte-americano, Donald Trump, gerou volatilidade em Wall Street nos últimos meses.

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“Se as negociações vão ocorrer, veremos. E se elas serão produtivas, estamos céticos quanto a isso. Mas o mercado adora”, disse Tim Ghriskey, estrategista-chefe de investimentos do Inverness Counsel.

O índice de tecnologia do S&P avançou 2,1%, enquanto as ações financeiras saltaram 1,9%, nas maiores altas entre os 11 principais setores do S&P 500.

Sensíveis à taxa de juros, as ações bancárias subiram 2,5% após um avanço nos rendimentos dos Treasuries.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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