Mercados

Bolsas da Europa têm novo dia negativo com desdobramentos da guerra no Irã

11 mar 2026, 15:43 - atualizado em 11 mar 2026, 15:59
Bolsas europeias
(Imagem: REUTERS/Benoit Tessier)

Os índices europeus devolveram parte dos ganhos da véspera e fecharam esta quarta-feira (11) em tom negativo, com os investidores ainda cautelosos com a intensificação do conflito no Oriente Médio.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com queda de 0,59%, aos 602,54 pontos. Ontem (10), o índice registrou o melhor desempenho diário desde abril de 2025.

Entre os principais índices, o DAX, de Frankfurt, caiu 1,37%, aos 23.640,03 pontos; o FTSE 100, de Londres, teve recuo de 0,56%, aos 10.353,77 pontos; e o CAC 40, de Paris, fechou com baixa 0,19%, aos 8.041,81 pontos.

O que movimentou os mercados europeus hoje?

As tensões geopolíticas continuam no centro das atenções dos investidores, com a escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Mais cedo, o comando militar do Irã disse que o mundo deveria estar preparado para que o petróleo atinja US$ 200 por barril. O país persa atacou mais três navios no Golfo Pérsico bloqueado, enquanto Teerã disparou contra Israel e alvos em toda a região.

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No cenário doméstico,  a inflação ao consumidor da Alemanha desacelerou para taxa anual de 1,9% em fevereiro, mas, para o Commerzbank, a economia alemã ainda não mostra sinais claros de recuperação. Já o ING alerta que uma alta prolongada dos preços de energia pode forçar o Banco Central Europeu (BCE) a elevar juros novamente.

Além da inflação, a bolsa alemã foi puxada pela baixa de 8% na Rheinmetall, depois que a perspectiva da empresa de defesa para a margem de lucro e o fluxo de caixa livre em 2026 ficou aquém das previsões de alguns analistas.

A empresa afirmou que espera “gastos maiores com o reabastecimento de mísseis e defesa aérea”, o que é “inevitável” em função da guerra.

*Com informações de CNBC, Estadão Conteúdo e Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.

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