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Bolsas da Europa ficam no ‘azul’ com alívio no petróleo e balanços corporativos

28 jul 2026, 14:18 - atualizado em 28 jul 2026, 14:31
Bolsas europeias
(Imagem: REUTERS/Benoit Tessier)

Os índices europeus fecharam o pregão desta terça-feira (28) majoritariamente em alta com o alívio nos preços do petróleo em meio a trégua dos ataques entre Estados Unidos e Irã. Os balanços corporativos ficaram no radar.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com avanço de 0,35%, aos 646,89 pontos.

Entre os principais índices, o CAC 40, de Paris, encerrou o pregão com ganho de 0,63%, aos 8.458,78 pontos; o FTSE 100, de Londres, subiu 0,83%, aos 10.871,02 pontos e o DAX, de Frankfurt, encerrou o dia com alta de 0,41%, aos 25.464,01 pontos.

O que movimentou a Europa hoje?

O cenário geopolítico continuou no radar com a expectativa de negociações entre Estados Unidos e Irã. Em reação, os preços do petróleo caminharam para o terceiro dia consecutivo de perdas, com o barril do Brent cotado abaixo de US$ 85.

As decisões de juros desta semana também ficaram no radar, com destaque para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) e o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês).

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Em destaque na temporada de resultados corporativos, o conglomerado de luxo LVMH, proprietária de marcas como Louis Vuitton, anunciou aumento da receita no segundo trimestre e subiu 0,75% em Paris. A Unilever saltou mais de 8% em Londres após o grupo de bens de consumo registrar o maior crescimento orgânico trimestral de volume em 16 anos, enquanto o Barclays (-5,75%) lucrou mais que o esperado, mas registrou aumento de provisões para cobrir empréstimos inadimplentes.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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