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Faltou energia? Por que CPFL (CPFE3) figura entre as maiores quedas do Ibovespa hoje

14 ago 2026, 16:37
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elétricas copel cpfl eletrobras dividendos (Imagem: Pixabay)

A CPFL Energia (CPFE3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) na noite de quinta-feira (13) e as ações aparecem entre as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta (14). Por volta de 16h30, CPFE3 caía mais de 5%.



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Segundo a XP Investimentos, o resultado ficou ligeiramente abaixo das estimativas da casa. A corretora destacou que a distribuição foi favorecida pelo aumento dos volumes vendidos, impulsionado por temperaturas mais elevadas e reajustes tarifários.

O efeito foi parcialmente compensado pelo aumento das despesas operacionais e das provisões. A geração eólica também continuou pressionada por ventos mais fracos.

A XP manteve recomendação de venda para as ações da CPFL, com preço-alvo de R$ 51,30.

Já o BTG Pactual considerou o balanço em linha com o esperado. Segundo o banco, a distribuidora apresentou Ebitda de R$ 1,96 bilhão, alta de 13% na comparação anual e 5% acima das projeções. O desempenho refletiu o crescimento de 4% do consumo de energia e o avanço da demanda de data centers.

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O BTG mantém recomendação neutra para CPFL, com preço-alvo de R$ 46,30.

Na avaliação do Safra, os números operacionais ficaram um pouco abaixo das projeções, devido ao desempenho mais fraco da distribuição.

O Safra mantém recomendação neutra para as ações da CPFL, com preço-alvo de R$ 58,70.

Os números do 2T26

A companhia registrou lucro líquido consolidado de R$ 1,438 bilhão no segundo trimestre deste ano, alta de 21,3% em relação ao R$ 1,186 bilhão anotado no mesmo período do ano passado.

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De abril a junho, a receita operacional líquida somou R$ 11,107 bilhões, aumento de 5,3% frente o registrado na mesma etapa de 2025. Na distribuição, segmento que responde pela maior parcela das receitas, a expansão foi de 11,4%, para R$ 2,3 bilhões, impulsionada por uma combinação de aumento das vendas de energia e reajuste tarifário.

O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) alcançou em R$ 3,556 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 17,4% frente os R$ 3,028 bilhões anotados nos mesmos meses do exercício passado.

Todos os segmentos de atuação da empresa apresentaram evolução positiva. Na distribuição, o Ebitda ficou em R$ 2,3 bilhões, alta anual de 11,4%. Já a geração anotou um indicador de R$ 767 milhões, 4,1% maior que o verificado no segundo trimestre de 2025. O Ebitda da transmissão cresceu 134,2%, para R$ 400 milhões, enquanto a divisão de Serviços e Outros teve Ebitda de R$ 88 milhões, um salto anual de 60,6%.

* Com informações de Estadão Conteúdo

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*Sob supervisão de Maria Carolina Abe

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Estagiário no Money Times e estudante de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Foi trainee e repórter freelancer na Folha de S.Paulo.
Estagiário no Money Times e estudante de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Foi trainee e repórter freelancer na Folha de S.Paulo.

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