Economia

FMI corta projeções de crescimento da economia brasileira em 2026 e 2027

13 out 2026, 8:36 - atualizado em 13 out 2026, 8:37
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Um soldado está de guarda no Palácio do Planalto, com a bandeira do Brasil tremulando ao fundo, em Brasília 31 de julho de 2025 (REUTERS/Adriano Machado)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou as projeções de crescimento da economia brasileira neste ano e no próximo, mantendo a perspectiva de desaceleração da atividade em 2027 atribuída ao efeito de condições monetárias restritivas, redução do estímulo fiscal e incertezas globais.

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Em seu mais recente relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira em Bangcoc, o FMI previu que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá 2,2% em 2026 e 1,9% em 2027, abaixo das altas de 2,4% e 2,2% respectivamente previstas em uma revisão para cima das estimativas feita em julho.

O FMI reduziu agora as previsões de crescimento para a América Latina e o Caribe como um todo, afirmando que a maior parte da região está se beneficiando pouco do boom da inteligência artificial, que tem ajudado outras economias a absorver o choque energético causado pela guerra no Oriente Médio.

O Fundo projetou um crescimento regional de 2,3% neste ano, ante 2,4% estimados antes. Para 2027, a estimativa foi reduzida de 2,7% para 2,5%. As revisões para baixo na região ocorrem mesmo com o Fundo tendo elevado ligeiramente sua previsão de crescimento mundial para este ano de 3,0% para 3,1%.

“Na região (da América Latina e Caribe) como um todo, a implicação macroeconômica do choque de energia reflete o equilíbrio entre os ganhos dos exportadores de commodities e as perdas dos importadores de energia, bem como a credibilidade dos regimes de metas de inflação. Em contrapartida, há pouca compensação proveniente da recuperação do setor de tecnologia na maioria dos países”, disse o FMI no relatório.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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