Internacional

FMI elogia avanços econômicos na Argentina e destaca visita de Georgieva à Ucrânia

15 jan 2026, 15:25 - atualizado em 15 jan 2026, 15:25
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Javier Milei (Imagem: REUTERS/ Agustin Marcarian)

A Argentina começou o ano com um ritmo econômico considerado robusto, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). O órgão afirma que a melhora é impulsionada pelos esforços de estabilização macroeconômica e por um ambiente de maior otimismo nos mercados.

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“As projeções apontam para um crescimento de cerca de 4,5%, enquanto a inflação apresentou uma desaceleração significativa, caindo de níveis de três dígitos para cerca de 30% em 2025 — o nível mais baixo registrado nos últimos oito anos”, informou a diretora de comunicação do Fundo, Julie Kozack, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

A implementação consistente dos programas econômicos é vista como um fator-chave para equilibrar o processo de desinflação com os riscos de instabilidade externa.

Para o FMI, um dos marcos recentes da gestão Milei foi a aprovação, pelo Congresso, do orçamento de 2026, além da sinalização de que enviará novas propostas ao Legislativo, com o objetivo de reduzir a informalidade no mercado de trabalho.

No campo externo, a criação e o fortalecimento das reservas internacionais seguem como prioridade.

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Segundo o FMI, o crescimento das reservas em dólares ocorreu em ritmo acelerado no início do ano, reforçando a posição financeira do país e ajudando a sustentar a confiança dos investidores.

Além da Argentina, FMI visita à Ucrânia

Sobre a Ucrânia, que o FMI negocia um acordo de US$ 8,1 bilhões em quatro anos, o Fundo destacou que a visita da diretora-gerente, Kristalina Georgieva, é fundamental para manter o ritmo das reformas que estão sendo implementadas no país.

Georgieva chegou nesta quinta-feira à Kiev e o órgão disse que ela deve se reunir com autoridades e representantes do setor privado ucraniano.

A agenda inclui encontros com o presidente Volodymyr Zelensky, a primeira-ministra Yulia Svyrydenko, o ministro das Finanças Sergii Marchenko, o presidente do BC ucraniano Andriy Pyshnyy e líderes empresariais.

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