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FPA cobra revisão da tabela do frete e defende aumento da mistura para biodiesel

19 mar 2026, 9:36 - atualizado em 19 mar 2026, 9:36
óleo de soja diesel eua
(iStock.com/JJ Gouin)

A escalada dos preços do diesel voltou a acender o alerta no agronegócio e levou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a reforçar a defesa por ajustes na tabela de frete.

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Em nota oficial, a bancada informou que já havia encaminhado, ainda em 2025, ofícios aos ministérios da Agricultura, Transportes, Fazenda e à Casa Civil solicitando a abertura de diálogo técnico para revisar a metodologia vigente.

Segundo a FPA, o modelo adotado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não reflete a realidade do transporte rodoviário no país. A avaliação é de que a tabela desconsidera fatores essenciais, como diferenças regionais, frete de retorno, diversidade de cargas e o perfil da frota, gerando distorções relevantes e desalinhadas com a prática de mercado.

Para a entidade, o cenário atual provoca aumento artificial dos custos logísticos, perda de eficiência nas cadeias produtivas e impacto direto na competitividade do agro — especialmente em setores de grande volume e margens mais apertadas.

A FPA também defende maior transparência e fiscalização permanente da tabela de frete, com parâmetros alinhados às condições reais do mercado. Para a bancada, o uso de sistemas eletrônicos sem clareza sobre os critérios adotados, além das margens de tolerância, precisa ser revisto.

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Outro ponto de pressão é o custo do diesel, que representa uma das principais parcelas do frete e vem sofrendo oscilações em meio ao cenário internacional, com destaque para tensões no Oriente Médio.

Nesse contexto, a FPA cobra do governo federal o avanço de uma política de transição energética mais previsível, capaz de reduzir a volatilidade e dar maior estabilidade à cadeia logística.

Por fim, a bancada defende medidas urgentes para revisão do percentual de mistura obrigatória do biodiesel — o chamado B17 — como forma de contribuir para maior previsibilidade e equilíbrio nos custos

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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