Empresas

Franklin Templeton redobra aposta em títulos de emergentes

06 jan 2021, 7:36 - atualizado em 06 jan 2021, 7:36
A Templeton faz parte de um grupo de investidores que apostam em ganhos para títulos de mercados emergentes em um cenário de estímulo global, distribuição de vacinas e queda do dólar (Imagem: Reprodução/Franklin Templeton Investments.)

Títulos de dívida de mercados emergentes são o investimento de curto prazo mais atraente no mercado de renda fixa, segundo a Franklin Templeton Investments.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A classe de ativos atrairá fluxos em meio à busca de gestores por retornos positivos quando muitos títulos de países desenvolvidos têm rendimentos baixos ou mesmo negativos, de acordo com relatório da equipe de investidores liderada por Sonal Desai.

A empresa com sede em San Mateo, Califórnia, disse que prefere países cuja dinâmica política garante acesso a financiamento de emergência, já que a pandemia persiste.

“O suporte técnico para mercados emergentes permanece forte, o que provavelmente compensará o impacto negativo da deterioração dos fundamentos”, escreveu Desai, diretora de investimentos para renda fixa da Templeton.

Além dos títulos soberanos, a gestora de ativos também está otimista quanto às perspectivas para a dívida corporativa de mercados emergentes. Empresas têm buscado financiamento principalmente para refinanciar dívidas caras e de curto prazo, e não para investimentos, de acordo com a gestora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Templeton faz parte de um grupo de investidores que apostam em ganhos para títulos de mercados emergentes em um cenário de estímulo global, distribuição de vacinas e queda do dólar.

No mês passado, a BlackRock elevou a recomendação para a dívida de mercados emergentes para neutra, enquanto empresas como PGIM Fixed Income, Algebris Investments e Pictet Asset Management também destacaram oportunidades.

“Embora muitos ativos de risco já tenham precificado a recuperação, ao longo dos próximos 12 meses prevemos que os ativos de risco devem ter desempenho superior aos ativos de governos”, devido à forte demanda diante de um ambiente de juros baixos no longo prazo e ganhos limitados para ativos livres de risco, escreveu Desai.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar