Comprar ou vender?

Fras-le (FRAS3): Ação sobe 30% no ano, mas pode muito mais, vê Safra

10 dez 2024, 17:51 - atualizado em 10 dez 2024, 17:51
Fras-Le
(Imagem: YouTube/Safra)

O banco Safra aumentou o preço-alvo para as ações da Fras-le (FRAS3) de R$ 21,20 para R$ 26,60 devido ao seu crescimento acelerado através da expansão internacional feito com a Kuo Reffaciones. O banco reiterou a recomendação de compra.

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Na perspectiva do banco, a compra da Kuo Reffaciones – considerado pelo banco, como uma empresa muito bem estabelecida no mercado – em junho deste ano deve impulsionar a receita internacional da empresa.

Em junho deste ano, a Fras-le adquiriu a divisão do grupo mexicano Kuo por R$ 2,1 bilhões, a maior compra da história da empresa.

A Kuo é um conglomerado com presença em mais de 70 países e mais de 24 mil colaboradores.

A compra incluiu os seguintes ativos:

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  • 100% das ações da sociedade Dacomsa;
  • 99% das ações das sociedades Kuo Motor;
  • 100% das ações da Fricción;
  • outros ativos tangíveis e intangíveis relacionados aos negócios;

Além disso, o Safra diz considerar que a empresa está bem posicionada para capitalizar a demanda do mercado de reposição, dado que a medida que os carros envelhecem e o valor dos veículos aumentam, isso desencoraja os clientes a comprarem carros novos, impulsionando ainda mais o mercado de reparo e manutenção.

Já em relação à rentabilidade, o banco acredita que deva se estabilizar acima das médias históricas, já que as margens da empresa sofreram uma mudança estrutural nos últimos anos, a qual a Fras-le aproveitou os benefícios das sinergias de suas aquisições e tomou medidas que melhoraram sua produtividade.

Entre os riscos, o banco pontua as dificuldades na integração das empresas adquiridas, que ocasionalmente reduzem as sinergias esperadas, o ambiente competitivo mais forte contra a empresa, que pode pressionar sua rentabilidade, e a volatilidade nos preços das commodities, já que as matérias-primas usadas – como o aço e cobre -, representam 65% dos custos da empresa.

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Estudante de jornalismo na FAAP, cobre Mercados.
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