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Frentes parlamentares defendem elevação da mistura no diesel para B16 diante do cenário global

04 mar 2026, 15:28 - atualizado em 04 mar 2026, 15:30
óleo de soja diesel eua
(iStock.com/JJ Gouin)

A presidência de três Frentes Parlamentares divulgou um manifesto nesta quarta-feira (4) defendendo a elevação da mistura para 16% de biodiesel no diesel (B16) com o objetivo de diminuir a importação de combustíveis e reduzir a exposição cambial. A medida é necessária diante do cenário de instabilidade global, de acordo com o comunicado.

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A chamada Lei do Combustível do Futuro já prevê, no cronograma obrigatório de mistura, a elevação para 16% em março deste ano.

A formalização depende, contudo, do aval do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A próxima reunião do colegiado está prevista para este mês.

O manifesto é assinado pelo presidente da Frente do Biogás e Biometano e coordenador da Coalizão pelos Biocombustíveis, deputado Arnaldo Jardim; pelo presidente da Frente do Biodiesel, deputado Alceu Moreira; e pelo presidente da Frente Agropecuária, deputado Pedro Lupion.

“A elevação da mistura para o B16 é absolutamente necessária neste momento de instabilidade internacional. Cada ponto percentual adicional de biodiesel reduz a necessidade de importação de diesel fóssil, diminui a exposição cambial, amplia a segurança energética e fortalece a produção nacional”, diz o grupo de parlamentares.

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Em agosto do ano passado, começaram a valer em todo o território nacional as novas misturas de biocombustíveis aprovadas pelo CNPE. Houve aumento da adição de biodiesel no diesel de 14% para 15% (B15). O cronograma na lei previa a medida já em março de 2025, mas acabou sendo atrasado devido a preocupações com a inflação de alimentos.

“Avançar para o B16 representa uma resposta imediata à escalada dos preços internacionais e à instabilidade no fornecimento global. Além de reduzir a dependência externa, a medida gera efeitos positivos na cadeia produtiva nacional, estimula a indústria instalada, fortalece o campo e amplia a circulação de renda no interior do país”, avaliaram os parlamentares.

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