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Frigoríficos avançam na Bolsa com recuo da China para restrições sobre frango do Rio Grande do Sul

20 jan 2026, 15:11 - atualizado em 20 jan 2026, 15:17
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(iStock.com/davit85)

As ações da Minerva Foods (BEEF3), JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3avançavam 2,69%, 4,93% e 1,5% por volta de 15h desta terça-feira (20).

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A alta para os papéis dos frigoríficos acontece após o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa) confirmar a reabertura do mercado da China para as exportações de carne de frango vindas do Rio Grande do Sul, com a superação do foco de Doença de Newcastle registrado no estado em julho de 2024.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a medida. A decisão foi formalizada por meio de nota publicada pela Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), com base em análise de risco sanitário, reconhecendo a erradicação da ocorrência e a efetividade das medidas adotadas pelo sistema sanitário brasileiro.



Vale lembrar que a China é um dos principais destinos da carne de frango do Brasil, com papel estratégico para o equilíbrio do comércio internacional do setor. Segundo a ABPA, a retomada do fluxo específico do Rio Grande do Sul reforça a confiança das autoridades chinesas no rigor técnico, na transparência e na capacidade de resposta do Brasil diante de eventos sanitários.



A medida surge como um alívio para os frigoríficos, que até ontem (19) registravam quedas na B3 no acumulado do ano por conta das medidas de salvaguarda adotas pela China para a carne bovina do Brasil.

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No fim do ano passado, o país asiático deu verdadeiro “golpe” no mercado brasileiro de carne bovina na virada para 2026 ao adotar cotas de importação e impor uma tarifa adicional de 55% sobre os volumes que excederem o limite estipulado pelo país asiático (1,106 milhão de toneladas).



No ano passado, o Brasil atingiu o maior volume de exportações de sua história, com 3,5 milhões de toneladas embarcadas e uma receita de US$ 18,03 bilhões. Desse total, a China respondeu por 1,676 milhão de toneladas e US$ 8,9 bilhões, o equivalente a 47,89% do volume e 49,36% da receita total, respectivamente.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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