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Fundo do Credit Suisse aparece como “opção de investimento atrativa”, diz Mirae

28/01/2020 - 18:45
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Mirae lista recomendação de compra para fundo imobiliário (Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

Exstem diversos tipos de fundos imobiliários listados na B3, com características diferentes de gestão, segmento e tipos de ativos.

A gestão pode ser ativa, na qual compra-se e vende-se imóveis ou ativos financeiros de forma indiscriminada; ou passiva, quando existem regras pré-determinadas no regulamento do fundo.

Por sua vez, os setores podem variar de galpões logísticos a escritórios comerciais, de hotéis a shoppings, ou mesmo até residenciais – próximo nicho a ser explorado neste mercado.

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Papel e tijolo

Em relação aos tipos de ativos, os fundos imobiliários podem ser de “papel” ou de “tijolo”. O primeiro investe em ativos tangíveis do mercado.

O segundo tipo investe em ativos financeiros do setor, como CRIs e LCIs, e ganham rendimentos oriundos destas alocações.

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Fundos podem investir em imóveis ou em ativos financeiros (Imagem: Money Times/Gustavo Kahil)

Fundamentos

Como exemplo de fundo imobiliário do segundo tipo, a Mirae Asset listou recomendação de compra para o fundo imobiliário CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11), avaliando-o como “uma opção de investimento atrativa”

Este fundo imobiliário possui como objetivo o investimento em empreendimentos imobiliários por meio da aquisição dos ativos financeiros.

Para a instituição, o dividend yield anualizado de 5,9% e a expectativa de menor Selic e inflação baixa fundamentam a tese de investimento.

Confira a lâmina do fundo imobiliário:

Última atualização por Valter Outeiro da Silveira - 28/01/2020 - 18:46