Fundos Imobiliários

Fundo imobiliário pode vender último imóvel do portfólio por R$ 35 milhões; IFIX acumula alta em abril

27 abr 2026, 8:00 - atualizado em 27 abr 2026, 8:00
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Fundo imobiliário pode vender último imóvel do portfólio por R$ 35 milhões; IFIX acumula alta em abril (Imagem: iStock/privetik)

O fundo imobiliário Vinci Imóveis Urbanos (VIUR11) assinou um memorando de entendimentos (MOU) para a potencial venda do imóvel FACAMP, localizado em Campinas, no interior de São Paulo, por R$ 35 milhões.

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Segundo fato relevante divulgado ao mercado, o ativo é o último imóvel remanescente no portfólio do FII, que está em processo de desinvestimento e devolução de capital aos cotistas.

Na assinatura do MOU, o fundo recebeu R$ 1 milhão como sinal e princípio de pagamento. Caso o negócio avance, um complemento desse valor deverá ser pago em até um ano, enquanto o saldo restante será quitado em parcelas ao longo de até 36 meses.

A operação prevê ainda que o comprador assuma uma obrigação de aproximadamente R$ 2,3 milhões relacionada ao imóvel, elevando o montante total da transação para R$ 37,3 milhões.

Até o pagamento do complemento do sinal, o VIUR11 seguirá recebendo integralmente os aluguéis gerados pelo ativo. Se a transação não for concluída, os interessados na aquisição perderão o valor já desembolsado.

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A negociação tem prazo de até um ano para a definição dos termos finais e a assinatura dos contratos definitivos.

Situação do VIUR11

Ainda de acordo com o fato relevante, a assinatura do MOU também levou à remarcação do imóvel na carteira do FII. Esse ajuste representa um impacto negativo de aproximadamente 10,3% no patrimônio líquido (PL) do VIUR11, que passará de R$ 104,2 milhões para cerca de R$ 93,4 milhões.

Apesar da redução, o documento destacou que, caso a transação seja concluída, o PL projetado ainda ficaria 53,4% acima do valor de mercado atual do fundo, estimado em R$ 60,9 milhões.

Desempenho do IFIX

Ainda no mercado de fundos imobiliários, o IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores (B3), encerrou a sexta-feira (24) em alta de 0,18%, aos 3.935,55 pontos, após duas baixas consecutivas.

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Com isso, o indicador acumula valorização de 1,68% no mês de abril, enquanto, em 2026, a alta está em 4,24%.

Destaques da última sessão (24)

O Valora CRI Índice de Preço (VGIP11) liderou os avanços do pregão, com +1,88%. Na sequência, o BRPR Corporate Offices (BROF11) subiu 1,23%, enquanto o Canuma Capital Multiestratégia (CCME11) registrou valorização de 1,22%.

TickerVariaçãoÚltimo
VGIP11+1,88%R$ 81,98
BROF11+1,23%R$ 62,71
CCME11+1,22%R$ 9,14
RBRX11+1,15%R$ 8,82
PVBI11+1,09%R$ 79,00

Na ponta negativa, o JS Recebíveis Imobiliários (JSCR11) liderou as perdas, com -3,13%. Em seguida, o Valora Renda Imobiliária (VGRI11) recuou 1,93%, enquanto o Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) caiu 1,19%.

TickerVariaçãoÚltimo
JSCR11-3,13%R$ 8,37
VGRI11-1,93%R$ 6,62
TRBL11-1,19%R$ 76,22
RZAT11-1,12%R$ 94,85
OUJP11-0,72%R$ 87,91

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.

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