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Fundo imobiliário possui risco mais alto e chances maiores de retorno, diz Necton

21/02/2020 - 14:20
Imóveis Setor Imobiliário Fundos Imobiliários
Necton lista recomendação de compra a fundo imobiliário (Imagem: Money Times/Gustavo Kahil)

Dentro da bolsa, existem três tipos distintos de fundos imobiliários: os de “papel”; os de “tijolo” e aqueles com natureza “híbrida”.

Os fundos de papel investem em ativos financeiros do mercado imobiliário, como CRIs e LCIs.

Por sua vez, fundos de tijolo compram e vendem imóveis físicos e tangíveis.

Já os de característica híbrida combinam os dois universos em conjunto.

High yield

Em relação aos fundos de papel, a Necton lista recomendação de compra para fundo imobiliário Habitat II (HABT11).

Este fundo imobiliário investe primordialmente em CRIs lastreados em carteiras de recebíveis pulverizados.

O foco dos gestores é em CRis considerados “high yield”. Nesta modalidade de investimento, as taxas pagas são mais elevadas, porém tendo como contrapartida maiores riscos de crédito.

Ativos high yield possuem alto risco com retornos maiores (Imagem: Unsplash/@rodrigomouradesign)

Cenário favorável

“Com o cenário de recuperação econômica e queda nas taxas de juros, acreditamos que seja um momento propício para se expor a créditos “High Yield”, mais focados em desenvolvimento, loteamentos e multipropriedades, que possuem um prêmio de risco maior, entregando mais retorno”, avalia a Necton.

Apesar do maior risco implícito, os analistas destacam que “os níveis de garantias se mostram confortáveis, além da diversificação da carteira e baixo LTV (Loan to Value, relação entre a quantia emprestada e o valor do empreendimento), de 43%”.

Os CRIs que o Habitat possui na carteira possuem taxa média de 13,05% mais inflação, sendo divididos da seguinte maneira: 61,93% em IGP-M; 28,67% no IPCA e 9,4% em INPC.

Veja o último resultado do fundo:

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Última atualização por Valter Outeiro da Silveira - 21/02/2020 - 14:20