Fundos Imobiliários

Fundo imobiliário quer captar R$ 440 milhões no mercado; Ifix no positivo

03 set 2026, 10:16
FIIs - ifix - fundos imobiliários - istock
(Imagem: iStock/ Vertigo3d)

O Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) aprovou sua 5ª emissão de cotas, com volume inicial de até R$ 351,9 milhões, segundo fato relevante divulgado ao mercado.

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A oferta prevê a emissão inicial de até 3,5 milhões de cotas pelo valor unitário de R$ 100,55, correspondente ao valor patrimonial do fundo em 31 de julho de 2026. A operação poderá ser dividida em até duas séries.

Além do preço de emissão, será cobrada uma taxa de distribuição de 2%. Considerando o valor inicialmente definido, o desembolso seria de aproximadamente R$ 102,56 por nova cota.

Oferta pode chegar perto de R$ 440 milhões

O KNUQ11 poderá ampliar a emissão em até 25%, com um lote adicional de 875 mil cotas. Caso essa possibilidade seja utilizada integralmente, a oferta poderá alcançar 4,375 milhões de novas cotas e movimentar aproximadamente R$ 439,9 milhões, sem considerar a taxa de distribuição.

A operação admite distribuição parcial, desde que sejam subscritas pelo menos 300 mil cotas, equivalentes a R$ 30,165 milhões. Caso esse volume mínimo não seja alcançado, a oferta será cancelada.

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A distribuição será coordenada pelo Itaú BBA, sob o regime de melhores esforços e pelo rito de registro automático na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Cotistas terão direito de preferência

Os atuais cotistas terão direito de preferência na subscrição das novas cotas, com fator de proporção de 0,1629063991029. Na prática, o investidor poderá subscrever aproximadamente 16 novas cotas para cada 100 cotas detidas, desconsideradas as frações.

A posição considerada será a do terceiro dia útil após a divulgação do anúncio de início da oferta. O direito poderá ser cedido, de forma gratuita ou onerosa, a outros cotistas ou terceiros.

As datas para o exercício da preferência e para as demais etapas da emissão ainda serão detalhadas nos documentos da oferta.

Quem poderá participar?

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A oferta será destinada aos investidores em geral, com exceção de regimes próprios de previdência social (RPPS) e clubes de investimento.

Na segunda série, a participação ficará restrita aos clientes dos segmentos Institucional, Corporate, Íon, Private, Personnalité, Uniclass e Agências do Itaú Unibanco.

Segundo o fundo, os recursos líquidos captados serão investidos de acordo com a política prevista em seu regulamento. O KNUQ11 atua principalmente no segmento de recebíveis imobiliários, com estratégia voltada a ativos de maior retorno vinculados ao CDI.

A oferta poderá permanecer aberta por até 180 dias contados da divulgação do anúncio de início.

Ifix no positivo

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O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), avançou no último pregão. O Índice encerrou a quinta-feira (2) aos 3.753,87 pontos, com alta de 0,32%.

Com isso, desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,24%, enquanto, desde janeiro, recua 0,66%.

Entre as maiores altas dos FIIs na quarta-feira (2), o Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) liderou os ganhos, com avanço de 5,06%, a R$ 49,17. Na sequência, o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) subiu 3,92%, para R$ 77,96, enquanto o Mérito Desenvolvimento Imobiliário I (MFII11) avançou 3,29%, a R$ 36,15.

TickerVariaçãoÚltimo
TRBL11+5,06%R$ 49,17
HSAF11+3,92%R$ 77,96
MFII11+3,29%R$ 36,15
PVBI11+2,81%R$ 67,29
HSLG11+2,71%R$ 77,66

Já entre as maiores quedas, o Vinci Logística (VILG11) liderou as perdas, com recuo de 1,32%, a R$ 92,11. Na sequência, o Hectare CE (HCTR11) caiu 1,29%, para R$ 13,82, enquanto o XP Selection FOF (XPSF11) cedeu 1,22%, a R$ 6,46.

TickerVariaçãoÚltimo
VILG11-1,32%R$ 92,11
HCTR11-1,29%R$ 13,82
XPSF11-1,22%R$ 6,46
HGRU11-1,19%R$ 114,12
RBRR11-1,13%R$ 72,44
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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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