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GPA (PCAR3): Justiça aceita recuperação extrajudicial; ações aprofundam queda na bolsa

11 mar 2026, 14:12 - atualizado em 11 mar 2026, 14:12
pão de açúcar gpa (1)
GPA (PCAR3): Justiça aceita recuperação extrajudicial; ações aprofundam queda na bolsa (Imagem: Wikiacommons)

GPA (PCAR3) informou, na tarde desta quarta-feira (11), que o juízo da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo deferiu o processamento da recuperação extrajudicial da companhia.

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Na véspera (10), a varejista havia protocolado a solicitação para renegociar dívidas estimadas em cerca de R$ 4,5 bilhões.

recuperação extrajudicial, cabe ressaltar, é diferente da recuperação judicial. Nesse tipo de acordo, empresas renegociam parte das dívidas diretamente com determinados credores, com o objetivo de ganhar prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar o risco de falência.

Por volta das 14h (horário de Brasília), as ações PCAR3 recuavam 3,4% na bolsa de valores (B3), cotadas a R$ 2,56. Desde o início de 2026, os papéis acumulam queda de 35%. Acompanhe o tempo real.



Entre os credores do GPA, estão nomes como ItaúHSBC Casas Bahia, sendo que essa última já pertenceu ao mesmo grupo que o dono da bandeira Pão de Açúcar. Veja aqui a lista completa.

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Ao Broadcast, Alexandre Santoro, CEO da varejista com apenas dois meses de casa, contou que a decisão de entrar em recuperação extrajudicial busca apenas a reorganização.

“Essa medida é o início de um processo de reestruturação das nossas dívidas não operacionais. Ela não envolve pagamento a fornecedor, aluguel de loja ou salário de colaborador. A operação segue funcionando normalmente”, afirmou ao jornal.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.

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