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Humor global azedou ao longo do dia e principais derivativos agro passaram a ser vendidos

06 out 2021, 13:56 - atualizado em 06 out 2021, 15:25
Oleo Soja
Óleo de soja e o grão sofrem exposição direta da aversão ao risco nesta quarta-feira (Imagem: Pixabay)

O azedamento do humor nos mercados financeiros, ao longo da manhã desta quarta (6) nos Estados Unidos e Brasil ao fechamento dos negócios na Europa, inverteu as posições das commodities agro mais líquidas e ligadas, direta e indiretamente, ao setor de energia.

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Na medida da desaceleração brusca do petróleo, em Londres, que abandonou a alta de 1,20% para a queda de mais de 2,10%(US$ 80,83), a soja virou para o negativo, também amparada pelo recuo do óleo de soja que desde a sessão da véspera vinha dando suporte.

Às 13,45, respectivamente, estão em menos 0,80%/US$ 12,40 (novembro) e em quase 1,5%/US$ 60,33 (dezembro).

O milho, outra commodity bastante movimentada diariamente, também perde, com a fuga de recursos globais para o dólar (o dólar index avança 0,51 %) e esvaziamento das bolsas de ações.

O cereal recua quase 1% para fechar a US$ 5,31 (dezembro) nas operações de Chicago.

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Por fim, o açúcar, que é puxado diretamente pelo petróleo, em desvalorização modesta de 0,30%, a 19,81 c/lp (março).

O cenário global reflete preocupações com a crise energética nos países centrais, com a situação de insolvência não resolvida da incorporadora chinesa Evergrande, ao mesmo tempo que vários bancos centrais vinham acenando com a retirada dos auxílios às economias injetados desde a eclosão da covid, em 2020.

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Repórter no Agro Times
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
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