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Ibovespa segue otimismo do exterior com expectativa de fim do conflito no Oriente Médio; 5 coisas para saber antes de investir hoje (1)

01 abr 2026, 10:19 - atualizado em 01 abr 2026, 10:31
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) acompanha o otimismo no exterior com expectativa de término próximo para o conflito no Oriente Médio nesta quarta-feira (1).

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Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com alta de 0,65%, aos 188.835,35 pontos.



O dólar à vista opera em queda ante o real, acompanhando o desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda caía a R$ 5,1657 (-0,25%). Já o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, tinha queda de 0,48%, aos 99,482 pontos.

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta quarta-feira (1)

1 – Subvenção ao diesel

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, disse nesta quarta-feira que a subvenção a importadores de diesel com o objetivo de bancar o custo do ICMS sobre o produto deve ter custo de R$ 3,5 bilhões a R$ 4 bilhões na duração prevista de dois meses.

O número supera os R$ 3 bilhões previstos antes, ressaltando que a medida poderá ficar sem compensação orçamentária.

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Em entrevista ao SBT News, Ceron afirmou que, com o plano de dividir o custo com Estados, o impacto para a União deve ser de até R$2 bilhões, valor que poderá ser absorvido pelo Orçamento sem a adoção de nova medida arrecadatória.

2 – Petrobras eleva preços da querosene de aviação (QAV)

A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação em cerca de 55% para as distribuidoras em abril, informou a companhia em seu site.

Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos.

3 – Lula reforça compromisso para combater alta dos preços

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo vai atuar para evitar que a escalada no conflito internacional pressione ainda mais os preços dos combustíveis no Brasil e, por consequência, os alimentos.

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Segundo Lula, a alta recente dos preços está diretamente ligada à guerra no Oriente Médio, que tem afetado a oferta global de petróleo e derivados. “Nós vamos fazer o que estiver ao alcance do governo para não permitir que essa guerra aumente o preço do feijão, da carne e da comida do povo brasileiro”, disse, em entrevista à TV Cidade, nesta quarta-feira (1).

O presidente também indicou que a gestão já adotou medidas para segurar os preços, como a redução de tributos sobre combustíveis. Ainda assim, ele criticou agentes da cadeia de distribuição por não repassarem os cortes ao consumidor final.

4 – Vagas no setor privado dos EUA

A criação de vagas de trabalho no setor privado dos Estados Unidos aumentou de forma constante em março, segundo o relatório nacional de emprego da ADP divulgado nesta quarta-feira (1).

Foram abertos 62.000 postos de trabalho no setor privado no mês passado, depois de um ganho revisado para cima de 66.000 em fevereiro. Economistas consultados pela Reuters previam abertura de 40.000 postos de trabalho, depois de 63.000 relatados anteriormente em fevereiro.

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5 – Trump discursa à noite

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou em rede social que presidente norte-americano, Donald Trump, fará uma atualização sobre a situação no Irã em um pronunciamento hoje às 22h (horário de Brasília).

Ontem (31), Trump disse que os EUA poderiam encerrar sua campanha militar contra o Irã dentro de duas ou três semanas.

“Estaremos saindo muito em breve”, disse ele aos repórteres no Salão Oval da Casa Branca, acrescentando que a saída poderia ocorrer “dentro de duas semanas, talvez duas semanas, talvez três”.

A declaração foi a mais clara de Trump até o momento de que ele pretende encerrar em breve uma guerra de um mês que reordenou o Oriente Médio, perturbou os mercados globais de energia e mudou a trajetória do mandato do republicano.

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*Com informações de Reuters

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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