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Ibovespa (IBOV) abre em leve alta, atento ao cenário eleitoral de 2026; 5 coisas para saber antes de investir hoje (25)

25 fev 2026, 10:33 - atualizado em 25 fev 2026, 10:33
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Ibovespa (IBOV) abriu o pregão desta quarta-feira (25) em leve alta, acompanhando o cenário da disputa presidencial nas eleições de 2026, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg e otimismo em Wall Street.

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Os investidores também seguem atentos aos balanços nacionais e internacionais.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira subia 0,03%, aos 191.554,73 pontos.



O dólar à vista opera em queda ante o real, enquanto no exterior a moeda opera em alta ante a maior parte das demais divisas. No mesmo horário, a moeda norte-americana recuava a R$ 5,1292 (-0,51%).

Day Trade:

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Radar do mercado:

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta quarta-feira (25)

1 – Pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg

A pesquisa mensal da Atlas/Bloomberg para a eleição presidencial de 2026, divulgada nesta quarta-feira, aponta a diminuição na diferença entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o menor nível no primeiro turno desde que o nome do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a ser considerado pelo instituto, em novembro de 2025.

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Nos quatro cenários de primeiro turno em que Lula e Flávio Bolsonaro foram incluídos como adversários, o atual presidente teria entre 45% e 47,1% dos votos e o senador de 33% a 40%.

A diferença entre ambos, que superou 24 pontos porcentuais em novembro passado, caiu para até 6,2 pontos porcentuais após o ex-presidente Jair Bolsonaro anunciar que o seu candidato seria seu filho senador. No levantamento anterior, de janeiro, a diferença superava 13 pontos porcentuais.

Segundo a pesquisa, em um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente teria 46,2% e o senador 46,3%, pela primeira vez uma diferença porcentual numericamente superior para o ungido politicamente por Jair Bolsonaro. Nesse cenário, 7,5% dos votantes estariam indecisos.

2 – Superávit do governo central

O governo central registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira, resultado ligeiramente pior que o esperado pelo mercado e com queda real de 2,2% sobre o mesmo mês de 2025.

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O desempenho do mês passado é resultado de receitas líquidas, que excluem transferências para governos regionais, de R$ 272,785 bilhões, um aumento real de 1,2% frente ao mesmo período de 2025, e despesas totais de R$ 185,885 bilhões, alta de 2,9%.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que o dado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, seria superavitário em R$ 88,8 bilhões no mês.

3 – Câmara aprova PL antifacção

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira (24) o projeto de lei antifacção que irá agora à análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem caberá sancionar ou vetar o texto de autoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

De acordo com a Agência Câmara de Notícias, o texto de Derrite rejeitou a maioria das mudanças feitas pelo Senado ao texto do relator que havia sido aprovado pelos deputados e analisado pelos senadores.

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O texto tipifica várias condutas comuns às organizações criminosas e às milícias privadas e atribui a elas penas de prisão de 20 a 40 anos. O texto também impede que condenados por esses crimes sejam favorecidos por anistia, graça ou indulto, fiança ou liberdade condicional. Além disso, os dependentes daqueles que cumprem pena por esses crimes também não podem, pelo texto, receber auxílio-reclusão.

Foram excluídos do projeto a taxação de bets para criação de fundo de combate ao crime organizado e mudanças na atribuição da Polícia Federal em cooperações internacionais.

4 – Guerra comercial entre China e EUA

China afirmou nesta quarta-feira ter cumprido as obrigações previstas no estatuto de práticas comerciais desleais da Seção 301 dos Estados Unidos, após o representante comercial americano sinalizar a continuidade das investigações que poderiam resultar em novas tarifas.

Pequim ressaltou que firmou um acordo com os EUA relacionado a esse estatuto em 2020, segundo um porta-voz do Ministério do Comércio chinês.

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O porta-voz disse que a China esperava que os EUA não “transferissem a responsabilidade” nem “provocassem problemas”, mas que, em vez disso, verificassem o cumprimento do acordo.

5 – Balanço da Nvidia

A despeito do discurso do presidente Donald Trump ontem ao Congresso, com a defesa da ampliação das tarifas globais e nova rodada de pressões ao Judiciário, os investidores direcionam as atenções ao balanço da Nvidia no quarto trimestre de 2025 (4T25), após o fechamento do mercado.

O balanço é visto como um importante termômetro do ciclo de investimentos em inteligência artificial (IA).

Os números serão divulgados em um momento em que o mercado reavalia os níveis elevados de valuation das empresas de tecnologia e busca evidências de que os pesados aportes em infraestrutura de IA continuam sustentáveis.

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*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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