Mercados

Ibovespa dispara 3% com otimismo em Wall Street após falas de Trump; dólar cai a R$ 5,24

23 mar 2026, 17:24 - atualizado em 23 mar 2026, 17:35
fundos imobiliários fiis ifix índice máxima histórica
(Foto: iStock.com/primeimages)

O Ibovespa (IBOV) subiu quase 6 mil pontos durante a sessão com o otimismo em Wall Street e apetite ao risco após falas do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre conversas produtivas com o Irã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (23), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 3,24%, aos 181.931,93 pontos. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,2407, com queda de 1,29%.

Por aqui, os economistas consultados pelo Banco Central (BC) elevaram as projeções para a Selic passaram de 12,25% para 12,50% este ano, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira e o primeiro após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em reduzir os juros para 14,75% ao ano.

Já as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 aumentaram de 4,10% para 4,17%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A aposta para o câmbio, por sua vez, aponta um dólar cotado a R$ 5,40 ao fim deste ano, igual à projeção anterior. 

A expectativa para o crescimento da economia também sofreu alterações em 2026. O mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) aumente 1,84% este ano, ante 1,83%.

Altas e quedas do Ibovespa

Em dia de forte alta, apenas uma ação fechou negativa: a Prio (PRIO3) com queda de 2,53%, a R$ 66,17. A ação seguiu a cotação dos contratos futuros do Brent para junho, que tombaram 9,86%, a US$ 95,92 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

Apesar da queda da commodity, a Petrobras (PETR3;PETR4) fechou em ligeira alta, impulsionada pela entrada de fluxo estrangeiro. PETR4 subiu 0,81%, a R$ 46,04, sendo a ação mais negociada da B3. O papel teve 62,060 mil negócios e movimentou R$ 2,83 bilhões. PETR3 terminou o dia com ganho de 0,64%, a R$ 50,66.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ponta positiva do índice foi liderada pela MBRF (MBRF3), que avançou 14,34%, a R$ 18,98. A ação, que já subia com o apetite por risco, ampliou os ganhos após leilão da B3.

Exterior 

Os índices de Wall Street encerraram a sessão em forte alta após as novas declarações de Donald Trump sobre as conversas com o Irã.

Na rede social Truth Social, Trump afirmou que os dois países tiveram conversas “muito boas e produtivas” nos últimos dois dias a respeito de uma resolução completa e total das hostilidades entre as partes no Oriente Médio.

As conversas entre Estados Unidos e Israel devem continuar na próxima semana, segundo Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com base no teor e no tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, instruí o Departamento de Guerra a adiar todos e quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias”, escreveu.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: +1,38%, aos 46.208,59 pontos;
  • S&P 500: +1,15%, aos 6.581,00 pontos; 
  • Nasdaq: +1,38%, aos 21.946,76 pontos.

Na Europa, os principais índices fecharam majoritariamente positivos com uma possível negociação entre EUA e Irã no radar. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com alta de 0,61%, aos 576,78 pontos.

Na Ásia, os índices fecharam em queda. O índice Nikkei, do Japão, recuou 3,48%, aos 51.515,49 pontos e o índice Hang Seng, de Hong Kong, teve recuo de 3,54%, aos 24.382,47 pontos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar