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Ibovespa futuro recua 0,84% e se aproxima de suporte; Dólar futuro cai 0,10%

13 jan 2026, 18:59 - atualizado em 13 jan 2026, 18:59
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(istock.com/da-kuk)

O Ibovespa futuro para fevereiro (WING26), ou mini-índice, recuou 0,84% nesta terça-feira (13), aos 163.800 pontos.

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Segundo a análise técnica do BTG Pactual, o movimento está de acordo com as expectativas de baixa a curto prazo. Eles afirmam que os suportes mais relevantes estão estabelecidos em 163.750 e 162.250 pontos.

Do outro lado, a aceleração compradora retomaria a partir dos 167.000 pontos e confirmaria uma tendência de alta a médio prazo.

Já o dólar futuro caiu 0,10%, a R$ 5,396. A estabilidade também está dentro da perspectiva do BTG, que vê o cenário a curto prazo indefinido, apostando em uma baixa.

“O rompimento da região de 5.380 é crucial para dar continuidade às quedas e destravar um movimento mais consistente”, afirmaram os analista do banco.

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Dólar futuro e exterior

Novos dados de inflação nos Estados Unidos movimentaram o câmbio e o dólar futuro nesta terça.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,3% em dezembro na comparação mensal e acumula alta de 2,7% em 12 meses, em linha com o esperado. Embora o CPI não seja a referência de inflação para o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), o dado é usado pelo mercado para calibrar as apostas sobre a trajetória dos juros norte-americano.

Após o dado, o mercado retomou a aposta de um corte nos juros pelo Federal Reserve em março, mas ainda minoritária. A chance majoritária de flexibilização monetária segue em junho e os agentes financeiros precificam dois cortes ao longo deste ano.

Ibovespa futuro e cenário interno

No cenário interno, dólar e Ibovespa futuro reagiram à primeira pesquisa eleitoral de 2026.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente na corrida pela reeleição nas eleições de outubro de 2026, segundo pesquisa divulgada pela plataforma de jornalismo Meio, em parceria com o Instituto Ideia.

De acordo com o levantamento, o petista lidera tanto no primeiro quanto no segundo turno, embora o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), empate tecnicamente com o petista no confronto direto, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Apesar da liderança nas intenções de voto, a pesquisa mostra que 40,8% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum em Lula. Entre os adversários, Flávio Bolsonaro é rejeitado por 30%, Michelle, por 26,1% e Tarcísio, por 16,2%.

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