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Ibovespa (IBOV) mantém nível recorde com prévia do PIB acima do esperado; 5 coisas para saber antes de investir hoje (16)

16 jan 2026, 10:11 - atualizado em 16 jan 2026, 10:11
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) encerra a semana em dia agitado por dados econômicos, com destaque para a prévia do PIB acima do esperado. O cenário eleitoral e as tensões geopolíticas ficam no radar.

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Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com alta de 0,10%, aos 165.728,23 pontos. 



O dólar à vista opera em alta ante o real, e destoa do desempenho da divisa no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana subia a R$ 5,3725 (+0,11%).

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5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta sexta-feira (16)

1 – Prévia do PIB

O indicador mensal de atividade econômica (IBC-Br) registrou alta de 0,70% em novembro, mostra dado divulgado pelo Banco Central (BC) nesta manhã.

A leitura ficou acima da expectativa do mercado. A pesquisa da Reuters, por exemplo, indicava avanço de 0,30%.

A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) foi a 1,2% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto passou a um ganho de 2,4% no acumulado em 12 meses.

2 – Inflação do produtor

Os preços ao produtor no Brasil caíram em novembro pela 10ª vez seguida, a uma taxa de 0,37%, impactados principalmente pelas indústrias extrativas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira.

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O resultado levou o índice acumulado em 12 meses a uma deflação de 3,38%.

Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que 12 registraram variação negativa em novembro, sendo que as indústrias extrativas sofreram uma das maiores quedas, com recuo de 3,43%.

3 – IGP-10

Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) iniciou o ano sob pressão tanto dos preços ao produtor quanto ao consumidor, acelerando a alta a 0,29% em janeiro, depois de variação positiva de 0,04% no mês anterior.

A expectativa em pesquisa da Reuters para a leitura mensal era de avanço de 0,25%.

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Em 12 meses, o IGP-10 acumulou queda de 0,99%, de acordo com os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

4 – Produção da Petrobras

A  Petrobras (PETR4) informou que sua produção de óleo alcançou 2,4 milhões de barris de óleo por dia (bpd) em 2025, segundo comunicado divulgado ontem (15) após o fechamento dos mercados.

De acordo com a empresa, o resultado ultrapassou 0,5 ponto percentual o limite superior da meta (+4%) estabelecida em seu Plano de Negócios 2025-2029 e representa um crescimento de 11% em relação à produção de 2024.

A produção total de óleo e gás natural superou em 2,8 ponto percentual o limite superior da meta (+4%), alcançando 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), aumento de 11% em relação à produção de 2024, disse a companhia.

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5 – Rússia e Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que não é um obstáculo à paz, rebatendo os comentários feitos um dia antes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Também falamos sobre o trabalho diplomático com a América – a Ucrânia nunca foi e nunca será um obstáculo à paz”, disse Zelensky em seu discurso noturno em vídeo, referindo-se a uma conversa telefônica com o secretário-geral da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte.

Trump, entrevistado pela Reuters na quarta-feira (14), disse acreditar que a Ucrânia estava menos preparada do que a Rússia para fechar um acordo. Perguntado por que as negociações lideradas pelos Estados Unidos ainda não haviam resolvido a guerra de quase quatro anos, Trump respondeu: “Zelensky”.

Em seus comentários, Zelensky disse que os contínuos ataques da Rússia às instalações de energia ucranianas e a outros alvos demonstraram que Moscou não quer a paz.

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*Com informações de Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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