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Ibovespa (IBOV) avança no primeiro pregão do ano após salto de 34% em 2025; 5 coisas para saber antes de investir hoje (2)

02 jan 2026, 10:10 - atualizado em 02 jan 2026, 10:10
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) inicia o primeiro pregão de 2026 em tom positivo, mesmo com a liquidez limitada ainda pelo feriado de Ano Novo.

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Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com avanço de 0,28%, aos 161.570,79 pontos. 



O dólar à vista opera em queda ante o real, na esteira do desempenho da divisa no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana caía a R$ 5,4400 (-0,89%).

Day Trade: 

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta sexta-feira (2)

1 – Ibovespa no melhor desempenho desde 2016

Em 2025, o Ibovespa (IBOV) superou as expectativas do mercado e saiu da casa dos 120 mil pontos do início do ano para o patamar dos 161 mil pontos, com direito a renovação de máximas históricas nominais.

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O principal índice da bolsa brasileira acumulou valorização de 33,95%, o melhor desempenho anual desde 2016.

Para o mercado, uma possível mudança política nas eleições presidenciais em outubro deste anbo pode levar o principal índice da bolsa brasileira para a faixa de 180 mil e 200 mil pontos, com expectativa de uma melhora fiscal.

2 – Petrobras retoma produção

Nesta sexta-feira (2), a Petrobras (PETR4) iniciou a produção de sua plataforma P-78, no campo de Búzios, o maior produtor do país, no pré-sal da Bacia de Santos.

A unidade, que começou a operar no último dia de 2025, tem capacidade para produzir 180 mil barris de óleo por dia, além de comprimir 7,2 milhões de m³ de gás diariamente.

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3 – EMAE rescinde acordo com BTG para compra de papéis da Light

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) comunicou nesta sexta-feira que rescindiu no último dia 31 contrato firmado com o BTG Pactual envolvendo a aquisição pela companhia de determinadas debêntures, bônus de subscrição e units de emissão da Light.

De acordo com a EMAE, a rescisão decorreu da não obtenção, até 30 de dezembro de 2025, de anuência prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aplicável à operação, que configurava condição suspensiva do contrato.

4 – Tensão entre EUA e Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um aceno ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propondo conversas sérias sobre o combate ao tráfico de drogas e oferecendo às empresas norte-americanas acesso imediato ao petróleo venezuelano.

Maduro disse que a Venezuela é um “país irmão” dos Estados Unidos e um governo amigável. Ele observou que, quando ele e Trump conversaram pela última vez em novembro, o presidente dos EUA reconheceu sua autoridade ao se dirigir a ele como “sr presidente”.

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Os comentários representam uma mudança no tom de Maduro em relação aos Estados Unidos desde que este último lançou um reforço militar em grande escala no sul do Caribe. Trump acusa o “ilegítimo” Maduro de administrar um narcoestado e ameaçou tirá-lo do poder.

Maduro nega veementemente as ligações com o crime e disse que os EUA estão tentando destituí-lo para assumir o controle das vastas reservas de petróleo e dos depósitos de minerais de terras raras da Venezuela.

5 – Petróleo tem maior queda anual desde 2020

Os preços do petróleo registraram uma perda anual de quase 20% em 2025, com o aumento das expectativas de excesso de oferta em um ano marcado por guerras, tarifas mais altas, aumento da produção da Opep+ e sanções à Rússia, Irã e Venezuela.

Os contratos futuros do petróleo Brent caíram cerca de 19% no ano, o declínio percentual anual mais substancial desde 2020 e seu terceiro ano consecutivo de perdas, a sequência mais longa já registrada. O petróleo norte-americano West Texas Intermediate registrou um declínio anual de quase 20%.

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*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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