Mercados

Ibovespa (IBOV) avança 1% em sintonia com o exterior e commodities; 5 coisas para saber antes de investir hoje (6)

06 jan 2026, 10:10 - atualizado em 06 jan 2026, 10:10
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) acompanha o tom positivo do exterior, enquanto os investidores aguardam novos dados econômicos.

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Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava com alta de 1,02%, aos 163.515,34 pontos. 



O dólar à vista opera em queda ante o real, na contramão do desempenho da divisa no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana subia a R$ 5,3992 (-0,14%).

Day Trade: 

Radar do Mercado: 

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5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (6)

1 – Balança comercial

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) os dados da balança comercial de dezembro e do ano de 2025 nesta terça-feira à tarde, mostrando o retrato do desempenho das exportações e importações. A expectativa do mercado é de superávit de R$ 7,1 bilhões, acima do saldo do mês anterior.

O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin participa de coletiva de imprensa após a divulgação dos dados oficiais.

2 – IPO do PicPay

Após a Agea e a BRK Ambiental entrar com pedido de IPO, sigla para oferta pública de ações em português, chegou a vez da PicPay solicitar a abertura de capital, agora na Nasdaq, a bolsa de tecnologia dos Estados Unidos.

A empresa financeira dos irmãos Joesley e Wesley Batista seguiu o script de outras empresas e chegou a protocolar uma oferta em 2021. Porém, as incertezas com os juros e a piora de liquidez nas bolsas fecharam as janelas para aberturas de capital — que parece, finalmente, se abrir novamente.

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O PicPay pretende se listar sob o código “PICS”.

3 – EUA na Venezuela

Os Estados Unidos poderão subsidiar empresas petrolíferas para que elas possam reconstruir a infraestrutura energética da Venezuela, disse o presidente Donald Trump em uma entrevista à NBC News nesta segunda-feira (5).

Trump disse ainda que esse projeto poderia levar menos de 18 meses.

Durante a madrugada do último sábado (3), os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram seu presidente, Nicolás Maduro, e esposa Cilia Flores. Segundo Trump, os EUA permanecerão na Venezuela por tempo indeterminado e “essencialmente comandar” até que uma transição política ocorra no país.

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Ele também confirmou o interesse do país no petróleo venezuelano e afirmou que as companhias estão “preparadas para entrar no país e investir para restaurar a produção”. A Venezuela detém 17% das reservas mundiais do óleo bruto, as maiores do mundo, mas representa apenas cerca de 1% da produção mundial.

4 – Minério de ferro

O minério de ferro atingiu sua máxima em mais de cinco meses nesta terça-feira, sustentado pela demanda resiliente na China, principal consumidor, e por ganhos generalizados nos mercados acionários.

O contrato mais líquido do minério de ferro mais negociado na bolsa de Dalian (DCE), da China, com vencimento em maio, subiu 0,69%, a 801 yuans (US$114,77) a tonelada. No início da sessão, o mercado subiu para sua máxima desde o final de julho, a 806 yuans por tonelada.

5 – Juros na China

O Banco Central da China (PBoC, na sigla em inglês) disse que reduzirá as taxas de compulsório e de juros neste anopara manter a liquidez ampla, e continuará a implementar uma política monetária adequadamente frouxa.

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A autoridade monetária ainda afirmou que impulsionará a demanda doméstica, melhorará a oferta e reduzirá os riscos financeiros para sustentar o crescimento estável, dando ao novo plano quinquenal um início sólido.

O BC “fará uso flexível e eficiente de várias ferramentas de política monetária, como cortes na taxa de compulsório e na taxa de juros, manterá liquidez ampla e condições gerais de financiamento relativamente acomodatícias e orientará o crescimento razoável do crédito total, bem como a emissão equilibrada de empréstimos”, disse em um comunicado em seu site, após uma reunião de trabalho de 2026.

O comentário ecoou uma promessa feita pelos principais líderes em uma reunião em dezembro. Em dezembro, o BC chinês deixou inalteradas as taxas primárias de empréstimos (LPRs) pelo sétimo mês consecutivo, em linha com as expectativas do mercado.

Ele também vai manterá a taxa de câmbio do yuan basicamente estável “em um nível razoável e equilibrado”.

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*Com informações de Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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