Ibovespa

Itaú BBA diz que Ibovespa pode chegar aos 246 mil pontos com ajuste fiscal e lista 4 ações para comprar

06 out 2026, 19:22 - atualizado em 06 out 2026, 19:23
(Imagem: Canva Pro)

O Ibovespa (IBOV) pode ganhar um impulso bilionário caso investidores estrangeiros e fundos locais aumentem sua exposição à Bolsa brasileira. Segundo o Itaú BBA, o retorno das alocações em ações para patamares próximos às médias históricas teria potencial para direcionar até R$ 270,2 bilhões ao mercado.

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Desse total, cerca de R$ 123 bilhões poderiam vir de investidores estrangeiros. O banco estima que, se a participação do Brasil no índice MSCI Emerging Markets voltar à média histórica, de 5,6%, ante os atuais 4%, haveria uma forte entrada de recursos para a Bolsa.

Já os investidores domésticos representam o maior potencial de fluxo. Caso a participação dos fundos de ações volte à média histórica, de 8,9% do patrimônio da indústria, o mercado poderia receber cerca de R$ 147,1 bilhões adicionais.

Fiscal pode impulsionar o IBOV

Além do fluxo potencial, o Itaú BBA avalia que um cenário de maior convergência fiscal poderia levar o Ibovespa aos 246 mil pontos, acima dos 206 mil pontos embutidos no cenário-base considerado pelo mercado.

Apesar de manter recomendação overweight (equivalente à compra) para o Brasil na América Latina, o banco pondera que a relação risco-retorno ficou menos favorável após o forte rali recente da Bolsa.

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Entre as ações que podem se beneficiar de uma eventual rotação para papéis domésticos, o Itaú BBA destaca Equatorial (EQTL3), Rede D’Or (RDOR3), Localiza (RENT3) e Sabesp (SBSP3), que, na avaliação da instituição, ainda não acompanharam totalmente a alta do mercado.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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