Ibovespa

Tem espaço para mais: Ibovespa renova máximas e Itaú BBA projeta 200 mil pontos “logo ali”

25 fev 2026, 12:50 - atualizado em 25 fev 2026, 12:50
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) encerrou o último pregão (24) aos 191.490 pontos, com avanço de 1,40% e renovação de máxima histórica, reforçando a tendência positiva já observada nas últimas semanas. E, de acordo com a análise do Itaú BBA, a expectativa é de continuidade do movimento de alta do mercado brasileiro.

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Segundo o relatório “Diário do Grafista”, o índice tem como próximo objetivo a região dos 200 mil pontos e, no médio prazo, pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo do canal de alta de longo prazo. Do lado dos suportes, os níveis de 188.500, 183.000 e 180.000 pontos são as principais referências para manutenção da tendência.

Entre as ações analisadas, os principais papéis do índice seguem em movimento favorável.

A Vale (VALE3) renovou máxima histórica em R$ 91,65 e mantém viés de alta, com próximos alvos projetados acima de R$ 100, desde que sustente o suporte de R$ 82,05 no curto prazo.

A Petrobras (PETR4) também superou seu topo histórico em R$ 39,25 e abriu espaço para novas valorizações, buscando a faixa de R$ 42,05 e R$ 45,50.

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Também é o caso de Bradesco (BBDC4), que segue em tendência ascendente, apesar de enfrentar uma zona de resistência relevante em R$ 22,15. A tendência de alta se confirma com a sustentação acima de R$ 19,80.

Já a B3 (B3SA3) se aproxima de sua máxima histórica mirando R$ 18,70 e pode gerar novo sinal de compra caso consiga romper essa barreira. Neste caso, o novo objetivo seria em R$ 21,50.

No cenário internacional, o S&P 500 apresenta comportamento mais indefinido, enfrentando resistência na região dos 7.000 pontos. Embora ainda mantenha estrutura construtiva, o índice norte-americano pode encontrar o suporte de 6.720 pontos.

O relatório ainda afirma que “No exterior, o movimento ainda é de congestão no curto prazo, mas nada que invalide o comportamento mais forte do mercado brasileiro”.

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*Com supervisão de Vitor Azevedo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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