Mercados

Ibovespa renova máximas com aval externo e Itaú Unibanco entre principais suportes

02 jun 2021, 11:54 - atualizado em 02 jun 2021, 11:54
Ibovespa B3
Análise gráfica da Ágora Investimentos afirma que o Ibovespa quebrou a resistência de seu topo anterior (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) mantinha o viés positivo nesta quarta-feira, renovando máxima intradia e se aproximando dos 129 mil pontos, com Itaú Unibanco (ITUB4) entre os principais suportes em meio a sinalizações mais fortes sobre crescimento da economia.

Às 11:31, o Ibovespa subia 0,48%, a 128.878,33 pontos. Na máxima até o momento, bateu 128.894,34 pontos. O volume financeiro somava 9,2 bilhões de reais.

Análise gráfica da Ágora Investimentos afirma que o Ibovespa quebrou a resistência de seu topo anterior, renovando máxima histórica, e caso dê continuidade ao movimento teria uma próxima busca projetando nos 130.000 pontos.

O clima no exterior corroborava a trajetória positiva do pregão brasileiro nesta véspera de feriado no Brasil, com Wall Street no azul. Os preços do petróleo também avançavam, assim como fecharam em alta os preços do minério de ferro na China.

Destaques

Itaú Unibanco (ITUB4) avançava 2%. Executivos do banco afirmaram em evento da instituição que a margem financeira com clientes deve acelerar o crescimento nos próximos trimestres. O setor como um todo tinha uma sessão positiva, com Bradesco (BBDC4) valorizando-se 1,7%.

Marfrig (MRFG3)  subia 4,8%, conforme agentes financeiros continuam avaliando a recente investida da companhia sobre a BRF, com a aquisição de uma participação de 24% no mês passado. BRF (BRFS3) valorizava-se 2,2% após voltar a disparar na terça-feira.

Via (VVAR3) tinha elevação de 3,4% e Magazine Luiza (MGLU3) mostrava acréscimo de 3,9%, em sessão de valorização de varejistas com forte atuação no e-commerce.

Petrobras (PETR4) subia 1%, endossada pelo sinal positivo dos preços do petróleo no exterior. Além disso, a companhia anunciou nesta quarta-feira que pretende oferecer uma nova série de títulos no mercado internacional, por meio da subsidiária Petrobras Global Finance (PGF).

Vale (VALE3) avançava 0,8%, destoando do setor de mineração e siderurgia do Ibovespa, onde prevalecia o sinal negativo, com Usiminas (USIM5) caindo 3% e liderando as perdas, apesar de dados mostrando crescimento nas vendas de veículos em maio.

B3 (B3SA3) recuava 4,3%, após três altas seguidas, período em que acumulou elevação de mais de 4%. Além disso, o JPMorgan cortou a recomendação das ações para ‘neutra’ e o preço-alvo para 21 reais, de 23 reais anteriormente.

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