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Ibovespa renova recordes aos 191 mil pontos, com Petrobras e Vale; dólar cai a R$ 5,15

24 fev 2026, 15:31 - atualizado em 24 fev 2026, 15:33
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(Imagem: CanvaPro)

O Ibovespa (IBOV) renovava a máxima intradia nesta terça-feira (24), ao avançar 1,55%, aos 191,7 mil pontos, em um movimento sustentado principalmente pelas blue chips, enquanto o dólar à vista recuava 0,36%, cotado a R$ 5,1530.

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O desempenho positivo do principal índice da bolsa brasileira era puxado por ações de grande peso, como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), em meio a uma sessão mais favorável no exterior. Em contrapartida, a Gerdau (GGBR4) figurava entre os destaques negativos após divulgar resultado trimestral que evidenciou operação ainda fraca no Brasil.

Analistas do Itaú BBA afirmaram, em relatório Diário do Grafista enviado a clientes, que o Ibovespa segue em tendência de alta. “Na rota dos 200 mil pontos! Essa é a estrada atual do Ibovespa”, destacaram.

Em Wall Street, os papéis do setor de tecnologia ganhavam impulso, enquanto investidores avaliavam o anúncio da Anthropic sobre novas ferramentas de inteligência artificial e a mudança de postura do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à política comercial.

Entre os destaques do dia, as ações preferenciais da Petrobras avançavam 2,2%, a R$ 39,44, acompanhando a alta dos preços do petróleo no exterior.

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Já os papéis ordinários da Vale subiam 1,4%, a R$ 88,64. O contrato futuro de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian recuou 1,79% na volta de feriado prolongado na China, mas o vencimento de referência na Bolsa de Cingapura mantinha sinal positivo.

No setor bancário, também com grande peso sobre o Ibovespa, as ações do Itaú Unibanco avançavam 1,03%, a R$ 47,94. O Banco do Brasil subia 2,44%, a R$ 27,30, enquanto o Santander Brasil ganhava 2,14%, a R$ 35,35. Já o Bradesco tinha alta mais modesta, de 0,61%, a R$ 21,36.

*Com informações de Reuters

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em finanças. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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