Consumo

‘Imposto do pecado’: Preço do cigarro no Brasil pode triplicar, diz Banco Mundial; cerveja deve ficar 46% mais cara

27 maio 2024, 14:51 - atualizado em 27 maio 2024, 14:51
imposto do pecado cerveja
O imposto do pecado, que deve ser aprovado com a nova reforma tributária, deve ter peso significativo para bebidas alcoólicas (Imagem: Divulgação/Skol/Twitter)

Uma ferramenta do Banco Mundial trouxe estimativas sobre a incidência das alíquotas do Imposto Seletivo, popularmente conhecido como “imposto do pecado“, que deve ser implementado no Brasil para produtos considerados nocivos à saúde, a partir da aprovação da reforma tributária.

De acordo com a ferramenta, os tributos para produtos como refrigerantes, cerveja, bebidas alcoólicas e cigarros devem ter um acréscimo de 32,9%, 46,3%, 61,6% e 250%, respectivamente. Segundo a instituição, os números foram estimados com base nos dados fornecidos pelo Ministério da Fazenda.

Em nota, a Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária afirma que repassou aos economistas do banco as alíquotas consideradas pela equipe de quantificação, as quais têm o objetivo de manter a carga tributária desses produtos.

Vale ressaltar que estes percentuais não refletem cobranças extras, que só serão definidas por meio da aprovação da lei da nova reforma tributária.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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