Inflação

Inflação dos EUA sobe 2,8% no comparativo anual

09 abr 2026, 9:55 - atualizado em 09 abr 2026, 9:55
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(Foto: iStock - KonaRa)

O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos Estados Unidos subiu 0,4% em fevereiro, segundo divulgado pelo Bureau of Economic Analysis (BEA) nesta quinta-feira (9).

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O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, aumentou 0,4%. No comparativo anual, o índice subiu 2,8% e o núcleo 3% — ambos acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve.

Embora os dados estejam atrasados devido a paralisação das atividades administrativas do país, este é dado favorito do Federal Reserve para avaliar a inflação norte-americana.

A preocupação com a inflação, no entanto, está mais focada no mes de março, quando de fato o choque do preço do petróleo, devido ao conflito no Oriente Médio, mostrará seus efeitos na economia americana.

Nesta quarta-feira (8), o mercado recebeu a ata da reunião de março do Federal Reserve que indicou um tom mais cauteloso diante da combinação de inflação persistente, choque externo e sinais mistos na atividade.

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Segundo a ata, “a inflação permanece acima da meta de 2%”, com progresso limitado na desinflação nos últimos meses.

A leitura interna do Comitê aponta que as pressões inflacionárias continuam vindo, em parte, dos bens (influenciados por tarifas), enquanto os serviços mostram desaceleração gradual, especialmente no componente de habitação. Ainda assim, diversos dirigentes avaliam que o processo de convergência para a meta pode ser mais lento do que o esperado.

De acordo com a ferramenta CME Group FedWatch, o mercado aposta majoritariamente na manutenção dos juros na faixa atual de 3,50% a 3,75% para a próxima reunião do dia 29 de abril. As probabilidades indicam 99,5% de chance de manutenção neste momento. Há também uma porcentagem mínima de 0,5% que aposta em uma alta para 3,75% a 4%.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
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