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Injeção da Petrobras na Petros não está totalmente precificada, diz Credit Suisse

A injeção total de R$ 13,7 bilhões que a Petrobras e a BR Distribuidora precisarão fazer no fundo de pensão Petros por 18 anos para cobrir o déficit de até 27,7 bilhões não foi totalmente precificada pelo mercado, avalia o Credit Suisse em um relatório enviado a clientes nesta quinta-feira.

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“Nós vemos as notícias como marginalmente negativas para as ações, apesar do fato de que não são vistas como uma surpresa completa”, explicam os analistas Andre Natal e Regis Cardoso.

Segundo eles, o anúncio de ontem vem um pouco pior do que o antecipado em 2016, quando se estimava um déficit em torno de R$ 16 bilhões e cerca de R$ 8 bilhões seriam atribuíveis à Petrobras.

“No entanto, acreditamos que muitos investidores ainda não incorporaram plenamente um reequilíbrio maior (e mais cedo) em seus modelos”, apontam os analistas.


 

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