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ISA Energia (ISAE4) dispara quase 7% e renova máxima histórica; o que está por trás da alta?

15 dez 2025, 14:11 - atualizado em 15 dez 2025, 14:11
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ISA Energia (ISAE4) dispara quase 7% e renova máxima histórica; o que está por trás da alta? (Imagem: REUTERS/Luis Jaime Acosta)

As ações da ISA Energia (ISAE4) dispararam mais de 6% nesta segunda-feira (15) e renovaram a máxima histórica intradia, aos R$ 28,97, após um relatório do JP Morgan elevar a recomendação para a companhia de underweight (abaixo da média do mercado) para overweight (acima da média).

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Por volta das 13h50 (horário de Brasília), os papéis desaceleravam o ritmo de alta, mas ainda avançavam 5,67%, cotados a R$ 28,71. No acumulado de 2025, o ganho supera 25%.

O banco norte-americano também revisou o preço-alvo para o fim de 2026 de R$ 26,50 para R$ 30, o que indica um potencial de valorização de cerca de 4,5%. Acompanhe o tempo real.



No relatório, os analistas Arthur Pereira e Victor Burke afirmaram que a ação da elétrica ainda apresenta potencial de alta não precificado, ligado a fatores como regulamentação, litígios e cenário macroeconômico.

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“Nós enxergamos assimetria de risco se deslocando para o lado positivo para um papel que tem ficado para trás em relação ao segmento”, destacaram.

Segundo o JP Morgan, apesar de as ações da ISA acumularem ganhos de quase 30% desde janeiro, o desempenho ainda está 30 pontos percentuais abaixo do setor, embora em linha com o Ibovespa.

O banco atribui essa defasagem à falta de gatilhos recentes, à evolução limitada do litígio com o governo de São Paulo e à expectativa de adiamento no ciclo de cortes de juros.

“Os papéis da ISA Energia seguem oferecendo uma proteção quase perfeita contra a inflação, já que 100% dos contratos são corrigidos pela inflação e não há risco de volume. Além disso, os fluxos de caixa são estáveis”, escreveram os analistas.

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No terceiro trimestre de 2025 (3T25), vale lembrar, a companhia registrou lucro líquido de R$ 550 milhões, alta de 27% na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), por sua vez, recuou 7%, para R$ 888 milhões, enquanto os investimentos avançaram 39%, totalizando R$ 1,2 bilhão, com a maior parte destinada a projetos novos.

*Com informações da Reuters

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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