Comprar ou vender?

Itaú BBA eleva Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) para compra; uma delas é a favorita do banco no setor de educação 

27 jan 2026, 16:48 - atualizado em 27 jan 2026, 16:48
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(Imagem: Shutterstuck)

O Itaú BBA elevou a recomendação das ações de Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) de neutra para compra, reforçando a visão otimista do banco para o setor de educação.  

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A instituição também destacou a preferência por Cruzeiro do Sul (CSED3) dentre as small caps do setor, considerando o posicionamento estratégico como potencial beneficiária de um futuro ciclo de fusões e aquisições (M&A). 

No entanto, a preferida (top pick) do banco dentre as educacionais é Yduqs: o BBA elevou o preço-alvo R$ 16 para R$ 19 no final de 2026 – o que representa um potencial de valorização de 37,7% sobre o preço de fechamento de ontem (26). 

Segundo a equipe liderada pelo analista Vinicius Figueiredo, a ação da companhia “ficou para trás” dos seus pares após a forte valorização do setor de educação no ano passado. “Vemos isso como uma oportunidade, dado o valuation atrativo da companhia e o potencial de robusta geração de caixa em 2026”, afirma a equipe em relatório.   

Cogna (COGN3)  

No relatório, os analistas do Itaú BBA também elevaram a recomendação das ações da Cogna de neutra para compra.  

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O preço-alvo foi revisado para cima, de R$ 3,30 para R$ 6 no final deste ano, o que implica em um potencial de valorização de 31,9% sobre o preço de fechamento de ontem (26). 

A revisão, segundo eles, é sustentada pela melhora do momento operacional, com perspectivas consistentemente fortes para 2026 em todos os segmentos de negócios.  

 A equipe ainda considera que a Cogna tem um rendimento (yield) de Fluxo de Caixa Livre ao Acionista (FCFE) “atrativo” de 10% para este ano.   

Preferida dentre as small caps

Eleita a ação preferida no setor de educação entre as small caps, o Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações da Cruzeiro do Sul de R$ 6 para R$ 10 – o que representa um potencial de valorização de % sobre o preço de fechamento da última segunda-feira (26).  

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A recomendação de compra foi mantida.  

Na avaliação dos analistas, as ações CSED3 seguem descontadas em relação aos pares, além da companhia ter um posicionamento estratégico como uma potencial beneficiária de um futuro ciclo de fusões e aquisições (M&A). 

Outras revisões

Além de revisões para Yduqs, Cogna e Cruzeiro do Sul, o banco elevou o preço-alvo das ações da Vitru (VTRU3), Ânima (ANIM3) e Ser Educacional (SEER3)

  • VTRU3: R$ 14 para R$ 22 – o que implica em uma potencial valorização de 38,8% sobre o preço de fechamento de ontem (26); 
  • ANIM3: de R$ 5 para R$ 7 – o que implica em uma potencial valorização de 38,6% sobre o preço de fechamento de ontem (26); 
  • SEER3: de R$ 12 para R$ 14 – o que implica em uma potencial valorização de 23,3% sobre o preço de fechamento de ontem (26).

Confira as recomendações e preços-alvo das companhias no setor de educação:  

Empresa Recomendação Preço-alvo
Cogna  (COGN3 ) Compra R$ 6,00
Yduqs  (YDUQ3 Compra R$ 19,00
Afya  (AFYA ) Compra R$ 18,00
Cruzeiro do Sul (CSED3) Compra R$ 10,00
Vitru  (VTRU3 Compra R$ 22,00
Ânima (ANIM3) Compra R$ 7,00
Ser Educacional (SEER3) Neutro R$ 14,00

O que esperar da educação em 2026 

Em relatório, a equipe liderada por Vinicius Figueiredo afirma que o ano de 2025 marcou “um ponto de inflexão” para o setor, que foi o “grande destaque” da bolsa brasileira.  

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“Embora não tenha sido um ano de crescimento expressivo nas matrículas, foi um período focado na proteção de margens e na melhora da geração de caixa — movimento que consideramos positivo, dado o patamar ainda elevado dos juros”, escreveram os analistas.  

“Isso evidencia uma mudança em todo o setor, com maior prioridade à qualidade da base de alunos, em vez de simplesmente ampliar seu tamanho”, acrescentaram.  

Para 2026, o Itaú BBA espera que os fatores macroeconômicos não impulsionarão a expansão das margens da companhia e, por isso, as atenções ficarão concentradas em estratégias específicas de cada empresa.  

Os analistas, porém, destacaram dois pontos de atenções: o impacto regulatório no ensino a distância e a concorrência no curso de medicina.  

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.

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