Empresas

Itaú estuda como levar inteligência artificial generativa para atendimento ao cliente

23 jun 2024, 13:33 - atualizado em 23 jun 2024, 13:33
itaú
Itaú quer levar inteligência artificial generativa para atendimento ao cliente (Imagem: Reuters/Sergio Moraes)

O Itaú Unibanco tem duas centenas de usos de inteligência artificial (IA) generativa em produtos e serviços e, agora, estuda como levá-la ao atendimento ao cliente. Embora ajude a ampliar a eficiência dos processos, a tecnologia ainda tem limitações no relacionamento com o público graças à chamada “alucinação”, que são os erros que a tecnologia comete quando não sabe responder a uma pergunta ou comando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Todas as grandes adoções da tecnologia usam o copiloto, que é um humano ao lado entendendo o que se pode ou não se pode utilizar do produto final”, diz o diretor de Tecnologia, Design e Dados do Itaú, Ricardo Guerra. Este modelo é útil na criação de programas e códigos tecnológicos, de acordo com ele, mas na interação com o cliente, a “autonomia” da IA é um passo importante.

Desde o começo do ano passado, o Itaú colocou em funcionamento cerca de 250 soluções que usam a IA generativa. Uma das principais é a leitura de processos judiciais por ferramentas de IA, o que reduz o tempo para classificar e interpretar as ações.

Segundo Guerra, as primeiras adoções seguiram a linha da busca por eficiência. Em um cenário em que os bancos tradicionais precisam se adaptar para a competição com nomes nascidos no universo digital, a IA tem ajudado a fazer mais com menos.

No atendimento aos clientes, o Itaú e outros bancos utilizam outras soluções de inteligência artificial há alguns anos, também em busca de maior eficiência dada a grande escala da demanda. No banco, 75% dos contatos recebidos através dos canais de atendimento são iniciados através de IA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os bancos, até aqui, o grande papel da IA no atendimento aos clientes está nos bastidores. Graças a ferramentas que aprendem mais a partir do uso das plataformas, os bancos conseguem analisar perfis, evitar fraudes e tornar mais precisos os perfis de risco dos clientes. O próximo passo é levar essa tecnologia à interação direta com eles.

Na visão do diretor do Itaú, a explosão de popularidade do ChatGPT, no ano passado, trouxe o assunto à tona de vez. “A tecnologia saiu do porão, do laboratório, para todas as áreas adotarem”, diz Guerra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar