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Itaú (ITUB4): Maiores dividendos vão pingar? Safra vê espaço para retornos extras aos acionistas

14 mar 2024, 13:21 - atualizado em 14 mar 2024, 13:21
Itaú
Recentemente, o Safra aumentou o preço-alvo de Itaú, de R$ 37 para R$ 41 (Imagem: Reuters/Sergio Moraes)

O Itaú (ITUB4) tem potencial para seguir gerando lucros suficientes no futuro para expandir sua rentabilidade e aumentar o retorno para os acionistas, conforme análise dos especialistas do Safra.

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Em relatório divulgado na última quarta-feira (6) e assinado por Daniel Vaz, Silvio Dória e Gabriel Pucci, foi destacado que nos últimos anos o Itaú superou seus pares não apenas no crescimento dos resultados, mas também na capacidade de oferecer qualidade e consistência superiores.

Na avaliação, os analistas ainda disseram que o banco sustentou um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de +20%, desvinculando-se do Bradesco (BBDC4) e do Santander (SANB11) no último ciclo.

O Safra reiterou a recomendação dos papéis em “outperform” e aumentou o preço-alvo, de R$ 37 para R$ 41, oferecendo uma valorização de 18% em relação aos níveis atuais.

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Itaú e o potencial dos lucros

O Safra enxerga uma boa assimetria nas previsões para os próximos anos, uma vez que o custo de risco atingiu o pico em 2023, “com margem significativa para uma queda em 2024-25, o que poderá ser altamente acrescentado aos resultados financeiros”.

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Os especialistas destacam que, em uma conta simples, cada redução de 20 pontos base no custo do crédito deverá acrescentar cerca de R$ 1 bilhão ao lucro líquido.

Outro ponto fundamental para a expansão do ROE é a eficiência de custos. Nesse sentido, o time vê espaço para um aumento adicional em Itaú, “à medida que a transformação digital continua, com eficiências também decorrentes do uso de dados e IA, juntamente com a otimização da rede de distribuição”.

“Assim, estamos confiantes de que podemos continuar a assumir ganhos de eficiência no nosso modelo, de cerca de -100 bps (pontos-base) em cada ano a partir dos atuais níveis de 40%, o que deverá traduzir-se num crescimento do rendimento final de 14% a/a em 2024 (vs. 7% da receita total), representando um ROE de 22% (100 pontos-base maior a/a).”

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Repórter
Graduanda em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência cobrindo mercados, ações, investimentos, finanças, negócios, empreendedorismo, franquias, cultura e entretenimento. Ingressou no Money Times em 2021.
janaina.silva@moneytimes.com.br
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