Brasil

Justiça faz acordo com bancos e bloqueio de contas por ordem judicial pode ocorrer no mesmo dia

29 maio 2026, 17:05 - atualizado em 29 maio 2026, 17:06
Nubank, Bancos, Economia, PJ, Pessoa Jrídica, Finanças empresas
(Imagem: Divulgação/Nubank)

O bloqueio judicial de contas – quando a Justiça determina o bloqueio de contas bancárias — deve ficar mais rápido no Brasil graças a uma parceria assinada neste mês entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e cinco instituições financeiras brasileiras. A expectativa é que as decisões sejam colocadas em prática no mesmo dia.

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Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP fazem parte desse projeto-piloto, que vai durar 18 meses. Após esse período, as regras devem ser estendidas a todas as instituições financeiras.

A mudança envolve um sistema chamado Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud). Agora, as ordens judiciais serão emitidas duas vezes ao dia, e os bancos devem fazer o bloqueio no mesmo dia útil e informar ao judiciário, tudo via o sistema digital.

“As ordens de bloqueio serão transmitidas duas vezes ao dia, podendo ser respondidas no mesmo dia útil. Além disso, os bloqueios passarão a ter duração de até um ano”, explicou o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em evento para celebrar o acordo.

“É o uso da tecnologia a serviço da credibilidade. Esse acordo reafirma a importância da cooperação do Poder Judiciário com o sistema financeiro para o aprimoramento contínuo da prestação jurisdicional em todo o país”, afirmou Fachin.

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Vale lembrar que a legislação brasileira ainda protege salários, aposentadorias, pensões e parte dos valores mantidos em poupança.

* Com informações de Agência Brasil e Agência CNJ de Notícias

** Sob supervisão de Maria Carolina Abe

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Amanda Cristina de Souza é estudante de jornalismo no IESB. Ela atua como estagiária em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
Amanda Cristina de Souza é estudante de jornalismo no IESB. Ela atua como estagiária em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
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