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Klabin (KLBN11) vai descontinuar Ebitda incremental; entenda o motivo

13 fev 2026, 18:29 - atualizado em 13 fev 2026, 18:29
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A fabricante de papel para embalagens e celulose registrou lucro líquido de R$ 168 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), queda de 69% (Imagem: Divulgação/Klabin)

A Klabin (KLBN4KLBN11) já avisou: não vai conseguir manter a projeção de Ebitda, que mede operacional, incremental para 2027, mostra documento enviado ao mercado nesta sexta-feira (13).

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Segundo o documento, a decisão ocorre devido volatilidade nos mercados de atuação da companhia e condições macroeconômicas.

Mesmo assim, a empresa diz que reforça a resiliência dos resultados, sustentada por um modelo de negócios “integrado, diversificado e flexível, capaz de se adaptar às condições de mercado e gerar valor de forma consistente no longo prazo”.

“A companhia esclarece que as demais projeções divulgadas no Fato Relevante de 9 de dezembro de 2025 permanecem válidas”.

Neste documento, a companhia prevê custo de R$ 3,2 mil/ton e R$ 3,3 mil/ton em 2026.

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Resultados da Klabin

A fabricante de papel para embalagens e celulose registrou lucro líquido de R$ 168 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), queda de 69%.

Para o BB Investimentos, a Klabin entregou um resultado em linha com as estimativas no quarto trimestre, com avanço de volumes e manutenção das margens na comparação anual, apesar da pressão de preços na celulose e dos impactos das paradas programadas de manutenção.

O Itaú BBA, por sua vez, viu o resultado como negativo, com o Ebitda ajustado ficando 3% abaixo da sua estimativa. A frustração foi explicada principalmente por preços de celulose abaixo do esperado e desempenho de custos mais fraco em papel e embalagens.

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intesivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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