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Lucro do Fleury (FLRY3) cresce quase 15% no ano, para R$ 96,3 milhões

05 mar 2026, 18:27 - atualizado em 05 mar 2026, 18:27
Fleury acelera na bolsa
(Imagem: Montagem Money Times)

O grupo de medicina diagnóstica Fleury (FLRY3) reportou nesta quinta-feira (5) lucro líquido de R$ 96,3 milhões no quarto trimestre do ano passado (4T25), crescimento de 14,7% em relação ao mesmo período de 2024, com expansão de dois dígitos em receitas e manutenção de margem operacional.

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A receita bruta da companhia aumentou 12,2% ano a ano, a R$2,2 bilhões, com a receita de serviços ao consumidor (B2C) crescendo 13,4% — ou 10,2% em termos orgânicos. Na operação com outras empresas (B2B), subiu 4,1%.

A marca Fleury registrou uma alta de 8,6% na receita, enquanto as demais marcas no Estado de São Paulo tiveram aumento de 25,5%, sendo 12% orgânico, enquanto a receita em Minas Gerais subiu 21,3% (14,4% orgânico). No Rio de Janeiro, cresceu 14,1%.

A linha de despesas operacionais e equivalência patrimonial mostrou alta de 9%, para R$275,4 milhões, mas recuou como percentual da receita líquida para 13,4% no quarto trimestre de 2025, de 13,7% no mesmo período do ano anterior.

O resultado operacional medido pelo Ebitda somou R$455,9 milhões, alta de 12,5% ano a ano, com a margem nessa métrica ficando em 22,1%, de 22% um ano antes. Projeções compiladas pela LSEG apontavam Ebitda de R$453 milhões.

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Nos últimos três meses do ano, houve uma geração de caixa operacional de R$605,9 milhões, aumento de 7,5% ano a ano.

A presidente-executiva do Fleury, Jeane Tsutsui, ressaltou que a estratégia para 2026 – quando o grupo completa 100 anos – continua sendo manter o crescimento orgânico, mas sem descartar eventuais aquisições, mas com “muita disciplina”.

“Temos sido muito disciplinados na alocação de capital e temos olhado com muito cuidado o retorno sobre o capital investido”, afirmou em entrevista.

O balanço mostrou resultado financeiro negativo de R$ 116,4 milhões, de desempenho negativo de R$103,6 milhões um ano antes, com a companhia destacando que entre os períodos houve elevação do patamar de juros de 12,25% para 15%.

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A alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda, porém, permaneceu em 1 vez ao final do trimestre.

“Nós continuamos mirando baixa alavancagem”, acrescentou o CFO, ressaltando, porém, que o patamar atual é visto como adequado pela companhia, dado o nível de juros ainda elevado.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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