Lula mantém vantagem contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio nas eleições de 2026, mostra Genial/Quaest
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém vantagem nas eleições de 2026 em todos os cenários projetados pela pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14).
No cenário de primeiro turno em que Lula disputa com Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), ele lidera com 36% das intenções de voto. O senador aparece em segundo lugar, com 23%, seguido pelo governador de São Paulo, com 9%.
Nesse mesmo recorte, Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo) ocupam a quarta, quinta e sexta posições, com 7%, 3% e 2%, respectivamente.
Quando Tarcísio é retirado da disputa, Flávio Bolsonaro sobe para 26%, mas Lula segue à frente, com 35%. Já em um cenário sem Flávio, Tarcísio alcança 27% das intenções de voto.
No segundo turno, Lula também venceria todos os nomes da oposição. A vantagem seria de sete pontos percentuais sobre Flávio e de cinco pontos sobre Tarcísio. Contra Ratinho Júnior, Caiado e Zema, as diferenças seriam de 7, 11 e 15 pontos, respectivamente.
A pesquisa mostra ainda que a maioria dos entrevistados avalia que um candidato com o sobrenome Bolsonaro tem menos chances eleitorais. Para 43%, um nome da oposição fora da família poderia vencer Lula, enquanto apenas 34% acreditam que um Bolsonaro teria essa capacidade.
Além disso, 44% consideram que Jair Bolsonaro errou ao indicar Flávio como candidato, ante 43% que discordam dessa avaliação. Em dezembro, a parcela que via erro nessa decisão era maior, de 54%.
Aprovação do governo Lula
A aprovação do governo Lula oscilou dentro da margem de erro na pesquisa de janeiro da Genial/Quaest. O levantamento mostra 49% de aprovação e 47% de desaprovação, ampliando para dois pontos a diferença entre os dois indicadores — na rodada anterior, a distância era de um ponto.
Os dados comparativos indicam: aprovação em 49%, ante 48% em dezembro; desaprovação em 47%, ante 49%; e 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam, frente a 3% no mês anterior.