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Maior protecionismo iminente nos EUA é ponto para Gerdau, diz Citi

Gustavo Kahil
30/05/2017 - 15:37

Wilbur Ross

O debate acerca da importação de aço nos EUA e o seu impacto para a “segurança nacional” tende a beneficiar a Gerdau, que tem 50% das suas receitas vindas das terras “gringas”. Segundo o Citi, a brasileira seria uma “clara vencedora”, mostra um relatório assinado pelo analista Thiago Ojea.

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‘Maior protecionismo poderia aumentar preços do aço e vendas domesticas nos EUA. Ainda assim, a Gerdau Brasil não exporta para os EUA”, lembra Ojea. A recomendação para as ações é de compra e o preço-alvo estimado de R$ 13,50 representa um potencial de valorização de 37,6%.

Os debates sobre o tema têm se intensificado nos últimos meses nos EUA e, na última semana, uma audiência pública em Washington tratou das importações de aço para a segurança nacional dos EUA.  “O Secretário do Comércio argumentou que as importações de aço representam uma ‘crise’ e indicou que gostaria de concluir a investigação no final de junho”, aponta banco.

“O Brasil foi mencionado na audiência e pode sofrer tarifas de importação. Em 2016, o Brasil exportou 4 milhões de toneladas de aço para os EUA. Nesse cenário, Usiminas e CSN seriam impactadas negativamente apesar de apenas 2% das suas exportações serem para os EUA. Provavelmente o principal efeito negativo seria um crescimento nas importações no Brasil vindas de outros países redirecionando seus carregamentos para outras regiões”, aponta Ojea.

Última atualização por - 05/11/2017 - 14:02

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