Internacional

Maioria das Bolsas da Europa fecha em alta, animadas por decisão anti-tarifas nos EUA

20 fev 2026, 14:30 - atualizado em 20 fev 2026, 14:30
Bolsa de Frankfurt. Foto: Reuters

As bolsas da Europa encerraram o pregão, majoritariamente, em alta nesta sexta-feira (20), após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegais tarifas do governo norte-americano de Donald Trump, o que pode aliviar a carga sobre algumas das empresas exportadoras da região.

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Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 10.686,89 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,81%, a 25.246,80 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 8.515,49 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,48%, a 46.472,98 pontos. Em Madri, o Ibex 35 marcou alta de 0,82%, a 18.165,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 terminou o pregão em queda de 0,05%, a 9.090,54 pontos. As cotações são preliminares.

Na semana, FTSE 100 subiu 2,3% e o DAX, 1,3%. O CAC 40 teve ganho de 2,5% e Milão, de 2,3%. O Ibex 35 registrou variação de 2,8% e o PSI 20 terminou com avanço semanal de 1,0%.

Ações de fornecedoras europeias de equipamentos para produção ou montagem de semicondutores avançaram com a decisão contrária à política tarifária de Trump.

As ações da ASML Holding subiram 1,4%, enquanto as da concorrente menor ASM International registraram alta de 1,3%. A BE Semiconductor subiu 6,8%. A União Europeia firmou um acordo comercial com os EUA em julho que estabeleceu um teto tarifário de 15% para as exportações de semicondutores da UE.

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Nomes ligados ao setor de luxo também foram embalados pela decisão das tarifas, como LVMH (4,4%) e Hermès (3,6%). A distribuidora de bebidas Pernod Ricard subiu 3,5%.

A Anglo American ganhou 1,33% em Londres após resultados.

Na ponta macroeconômica, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro subiu acima das expectativas. Na Alemanha e no Reino Unido, os PMIs equivalentes também surpreenderam positivamente.

“Consideramos que os dados de hoje estão em grande parte de acordo com nossa previsão de uma melhora no crescimento da demanda interna na zona do euro, impulsionada pela indústria manufatureira e pela Alemanha”, escreveram analistas do Goldman Sachs.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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