Internacional

Manifestantes se reúnem na Dinamarca e na Groenlândia contra a ameaça de anexação por Trump

17 jan 2026, 13:05 - atualizado em 17 jan 2026, 13:05
Groenlândia - iStock
(Groenlândia - iStock)

Manifestantes na Dinamarca e na Groenlândia protestaram neste sábado (17) contra a exigência do presidente Donald Trump de que a ilha do Ártico seja cedida aos EUA e pediram que ela determine seu próprio futuro.

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Trump diz que a Groenlândia é vital para a segurança dos Estados Unidos devido à sua localização estratégica e aos grandes depósitos minerais, e não descartou o uso da força para tomá-la. Nações europeias enviaram esta semana pessoal militar para a ilha a pedido da Dinamarca.

Em Copenhague, manifestantes gritavam “A Groenlândia não está à venda” e seguravam slogans como “Não significa Não” e “Tire as mãos da Groenlândia” ao lado da bandeira vermelha e branca do território, enquanto marchavam em direção à embaixada dos EUA.

Alguns usavam bonés de beisebol vermelhos que lembram os bonés “Make America Great Again” dos apoiadores de Trump, mas com o slogan “Make America Go Away”.

Em Nuuk, capital da Groenlândia, centenas de manifestantes liderados pelo primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen carregavam bandeiras e faixas semelhantes enquanto se dirigiam ao consulado dos EUA.

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Eles passaram por um quarteirão recém-construído para onde Washington planeja transferir seu consulado – atualmente um prédio de madeira vermelha com quatro funcionários.

Os organizadores estimaram que mais de 20.000 pessoas participaram do protesto em Copenhague – o que equivale a toda a população de Nuuk – embora a polícia não tenha fornecido um número oficial. Outros protestos foram realizados em toda a Dinamarca.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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