Cotações por TradingView
Cotações por TradingView
Fast

Mansão à venda por US$ 262 mi em Londres pode superar recorde

12/01/2020 - 14:25
londres
Nenhuma decisão foi tomada sobre se a propriedade continuará sendo uma única casa ou se será convertida em apartamentos de luxo (Imagem: Unsplash/@alexblock)

Um magnata chinês do setor imobiliário está perto de quebrar o recorde de Londres com a compra de uma mansão de 45 quartos em Knightsbridge por mais de 200 milhões de libras (US$ 262 milhões).

O family office privado de Cheung Chung Kiu fechou um acordo para comprar o palácio localizado na 2-8a Rutland Gate, com vista para o Hyde Park, disse um porta-voz em comunicado por e-mail.

O acordo poderia dar impulso ao moribundo mercado imobiliário de luxo da capital e sinalizar que abastados estrangeiros estão sendo atraídos pela libra desvalorizada diante da iminente saída do Reino Unido da União Europeia.

O preço de venda é de 210 milhões de libras, de acordo com uma pessoa com conhecimento da transação que pediu para não ser identificada. Seria o maior valor pago em todos os tempos por um imóvel no Reino Unido, superando os 140 milhões de libras supostamente pagos por uma casa de campo em Oxfordshire há quase uma década.

Seria também um dos negócios mais valiosos do mundo, superando os US$ 238 milhões que Ken Griffin, fundador da Citadel, pagou no ano passado por uma cobertura em Manhattan.

Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mercado financeiro?

Receba de segunda a sexta as principais notícias e análises. É grátis!

Nenhuma decisão foi tomada sobre se a propriedade continuará sendo uma única casa ou se será convertida em apartamentos de luxo.

A propriedade, próxima ao complexo residencial de luxo mais conhecido de Londres, o One Hyde Park, e da loja de departamentos Harrods, já foi lar de Rafic Hariri, ex-primeiro ministro do Líbano, assassinado em 2005. Também serviu como residência em Londres do falecido príncipe Sultan bin Abdulaziz Al Saud, herdeiro do trono da Arábia Saudita.

Última atualização por Vitória Fernandes - 10/01/2020 - 15:06

Há uma bolha na Bolsa brasileira?