Internacional

Medida dos EUA sobre aço não preocupa nem atrapalha relação profunda entre os dois países, diz Araújo

02 dez 2019, 18:26 - atualizado em 02 dez 2019, 18:26
Ernesto Araújo
Essa medida aí (do aço) não nos preocupa e não nos tira desse trilho rumo a uma relação mais profunda não”, disse Araújo (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou segunda-feira que a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciada no Twitter mais cedo, de elevar tarifas de importação do aço brasileiro não preocupa e não vai tirar o país do trilho de uma relação mais profunda.

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“É uma relação muito dinâmica, existem várias coisas que nós já conseguimos que não tínhamos conseguido antes, acabou de ser aprovado aí o acordo de salvaguardas tecnológicas, que nós queríamos há 20 anos e não tínhamos conseguido justamente uma posição americana favorável, finalmente conseguimos”, disse.

“Então é um balanço dinâmico, comércio, nos outros setores, então eu acho que sim e vamos cada vez mais aprofundar. Essa medida aí (do aço) não nos preocupa e não nos tira desse trilho rumo a uma relação mais profunda não”, completou ele, após ser questionado sobre críticas segundo as quais o Brasil tem cedido muito aos EUA e recebido pouco em troca.

Em rápida entrevista após um evento no Palácio do Planalto, o chanceler brasileiro disse que o governo está conversando com vários níveis de autoridade dos Estados Unidos e isso vai ser avaliado “com muita tranquilidade”.

Araújo disse que não há “atrito nenhum” com os EUA e que, por enquanto, o presidente Jair Bolsonaro não conversou com Trump sobre o assunto.

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“Por enquanto, nós estamos num nível técnico, nesse nível de entender as medidas”, destacou.

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participaram da solenidade no Planalto em que Araújo comentou a decisão do governo dos EUA, mas não se pronunciaram sobre o assunto, após serem questionado por repórteres.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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