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Minerva (BEEF3): Goldman Sachs projeta 4T23, reduz preço-alvo e faz 7 ressalvas; confira

30 jan 2024, 17:00 - atualizado em 30 jan 2024, 17:08
minerva beef3
Banco espera uma reação moderada das ações da Minerva, uma vez que o debate dos investidores segue centrado na potencial de ativos da Marfrig (Foto: Minerva)

O Goldman Sachs, um dos maiores bancos do mundo, divulgou nesta terça-feira (30) sua prévia para a Minerva (BEEF3) no quatro trimestre de 2023 (4T23).

Para a instituição, o frigorífico deve reportar um bom trimestre, impulsionado por maiores volumes e rentabilidade sequencialmente melhor.

Por outro lado, o banco espera uma reação moderada das ações, uma vez que o debate dos investidores segue centrado na potencial de ativos da Marfrig (MRFG3) na América do Sul e na situação do consumo interno de proteínas na China.

Queda no preço-alvo e as ressalvas para Minerva

Apesar de manter sua recomendação de compra para as ações, o banco reduziu seu preço-alvo de R$ 10,70 para R$ 9,20, com base em um valuation de 4,8x EV/EBITDA do 5º ao 8º trimestre, abaixo dos 5,0x anteriores. O potencial de alta para o papel é de 30,5%.



Entre os principais riscos para a ação, o Goldman Sachs destaca os seguintes pontos:

  1. Integração dos ativos da Marfrig assim que o negócio for concluído;
  2. Dividendos futuros;
  3. Novos embargos, proibições e/ou perturbações sanitárias às exportações;
  4. Potencial desaceleração na procura da China;
  5. Volatilidade cambial;
  6. Volatilidade política e macro em curso na Argentina;
  7. Aumento da concorrência pelas exportações de carne bovina.

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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