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Minerva (BEEF3): Vem dividendos por aí? Chefe de RI fala sobre novos pagamentos aos acionistas

25 nov 2023, 10:00 - atualizado em 24 nov 2023, 15:51
minerva dividendos
Pagamento de dividendos pela Minerva depende da aquisição bilionária dos ativos da Marfrig (Imagem: Getty Images/Canva Pro)

Nesta semana, o Agro Times conversou com o chefe de relações com investidores da Minerva (BEEF3), Danilo Cabrera, sobre os resultados no terceiro trimestre de 2023 (3T23), assim como perspectivas para pagamentos de dividendos.

Cabrera destacou a transparência do frigorífico na política de dividendos.

“Toda vez que a alavancagem líquida permanece igual ou inferior a 2,5x dívida líquida Ebitda, o meu payout cresce pelo menos 50%, sendo assim nos últimos 3 anos, oscilando entre 60 e 70%”, explica.

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Minerva pagará dividendos?

Por outro lado, o chefe de RI destaca um momento de transição da empresa, a partir da aquisição de ativos da Marfrig (MRFG3) por R$ 7,5 bilhões.

“Naturalmente, a minha alavancagem líquida deve ultrapassar esse patamar de 2,5x dívida líquida Ebitda, e a gente tem sido muito transparente com o mercado sinalizando que vamos permanecer em linha com exigência legal que temos sobre o pagamento de dividendos, que é 25%”, diz.

“Uma vez que eu desalavancar a companhia e a integração dos ativos da Marfrig acontecer, com nós voltando a esse patamar de 2,5x dívida líquida Ebitda num período de 12 – 24 meses, isso deve gerar um gatilho para o pagamento de dividendos, para termos um payout mais agressivo, de 50%”, completa.

Sendo assim, a Minerva deve seguir realizando pagamentos, mas em linha com o que é exigido como obrigação, devido ao elevado investimento da companhia para os próximos meses.

Confira a entrevista completa na íntegra:

Repórter no Agro Times
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Agro Times desde março de 2023. Antes do Money Times, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Agro Times desde março de 2023. Antes do Money Times, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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