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Mobly precifica ação em R$ 21 no IPO, e aumento de capital será de R$ 777,8 milhões

04 fev 2021, 10:16 - atualizado em 04 fev 2021, 10:16
Mobly
Estreia: ações da Mobly começarão a ser negociadas na B3 nesta sexta (Imagem: LinkedIn/ Mobly)

O conselho de administração da Mobly (MBLY3) aprovou, nesta quarta-feira (3), o preço de R$ 21 por ação para a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). O valor ficou dentro da faixa indicativa de preço, que era de R$ 17 a R$ 23,50.

Com isso, o aumento de capital decorrente da oferta primária será de R$ 777,8 milhões, por meio da emissão de 37,037 milhões de ações ordinárias.

A estreia da Mobly na B3 está prevista para amanhã (5). A Mobly se apresenta como a empresa líder em vendas online de móveis e artigos de decoração. Seu aplicativo é o mais baixado nessa categoria na App Store e no Google Play.

A empresa conta com uma base de mais de 300 mil usuários ativos (considerados como usuários que acessaram o aplicativo nos últimos 30 dias) e uma base total de mais de 360 mil, considerando-se os dados de 31 de outubro de 2020. A empresa possui, ainda, algumas lojas físicas, mas 90% da receita provém do e-commerce.

Veja a ata da reunião do conselho de administração.

 

Diretor de Redação do Money Times
Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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