AgroTimes

Moderadamente, NY devolve as últimas máximas do açúcar e algodão, como de costume após picos

11 ago 2021, 14:14 - atualizado em 11 ago 2021, 14:29
Agricultura, Agronegócio, Algodão, SLC Agrícola
Como açúcar, algodão testa realização de lucros depois das altas de terça-feira (Imagem: YouTube/SLC Agrícola)

Como é costumeiro nos mercados de renda variável, depois de altas seguidas ou máximas recordes, vêm a realização de lucros. Com os derivativos, esse movimento é mais frequente, pela natureza de maior risco dos ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nessa toada, nesta quarta (11) tem especulador fazendo dinheiro com o açúcar e o algodão, depois dos picos atingidos na véspera.

Mas não é uma devolução expressiva das altas, pelo menos nesse momento, faltando 1h15 para encerrar a sessão nas telas da ICE Futures de Nova York.

O açúcar para liquidação em outubro cai perto de 0,95%, estando em 19,40 centavos de dólar por libra-peso, contra a expansão de mais de 6% no pregão anterior.

Depois de romper pela primeira vez os 90 c/lp no contrato de dezembro, após várias altas seguidas, a fibra recua 1,25%   , para 91,15 c/lp.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso do adoçante, as máximas foram alcançadas pela previsão de quebra forte da cana no Brasil, além de dados do setor indicando quase 12% de queda na produção pelas usinas na segunda quinzena de julho.

Em relação ao algodão, o reaquecimento da economia, acende a esperança de retomada do consumo de vestuário que os muitos meses de pandemia postergou.

Mas as duas commodities seguem com viés de alta, tanto porque com o açúcar a safra mais custa este ano e menos matéria-prima está no radar, quanto para o algodão o desenvolvimento econômico mais ao final do ano se mantém ainda que a variante Delta da covid esteja atrapalhando as previsões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter no Agro Times
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
Leia mais sobre:
Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mercado agro?

Editoria do Money Times traz tudo o que é mais importante para o setor de forma 100% gratuita

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar