Comprar ou vender?

Movida: Eleven adota prudência, mas ainda vê potencial de 74% para ação

10 nov 2017, 8:50 - atualizado em 10 nov 2017, 8:50

A Eleven Financial reduziu um pouco o seu entusiasmo com a velocidade da recuperação das operações da Movida (MOVI3) após a empresa de aluguel de veículos ter apresentado um resultado aquém do esperado no terceiro trimestre de 2017. O preço-alvo foi cortado de R$ 15 para R$ 14, mas a recomendação de compra foi mantida. O valor corresponde a um potencial de valorização de aproximadamente 74%.

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A receita líquida de R$ 675,7 milhões veio 40,1% acima do visto um ano antes e 18,2% maior do que o esperado pela Eleven. O Ebitda avançou 18,8%, para R$ 84,2 milhões, mas não foi o suficiente para a margem de 32,7% superar o nível do mesmo período de 2016 (35%). O lucro líquido chegou a R$ 14,1 milhões (+15,7%), mas abaixo do estimado pela consultoria.

“Do lado positivo, o retorno sobre capital investido (ROIC) anualizado superou o custo da dívida. Este indicador é fundamental para consolidar a geração de valor”, ressalta o analista Álvaro Frasson. Ele destaca que a empresa tem passado por uma curva de aprendizagem para lidar com os custos de veículos roubados, nas perdas totais e provisões.

“Quando olhamos 2017 contra 2016, o susto ocorre sim, mas não podemos esquecer que, neste mesmo período, a empresa saiu de uma frota final de 53,5 mil veículos em 1T16 para 74 mil veículos em 3T17. A sensibilidade do resultado final ainda é muito grande às oscilações e eventos não recorrentes. Por exemplo, caso as despesas de R$ 18,6 milhões fossem à metade, a margem EBIT da companhia sairia de 9,7% para 11,0% já neste trimestre”, calcula Frasson.

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Sendo assim, a postura adotada pela Eleven é de que os ganhos desta aprendizagem serão obtidos em uma velocidade mais lenta nos próximos períodos, quando devem se traduzir em margens mais elevadas.

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Fundador do Money Times | Editor
Fundador do Money Times. Antes, foi repórter de O Financista, Editor e colunista de Exame.com, repórter do Brasil Econômico, Invest News e InfoMoney.
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